contra punições e direito de festas Arquivo

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Assembléia Geral dos Estudantes da Unicamp

Pauta

  • Festas/Punições;
  • Campanha Unificada

Local: saguão do PB

horário: 12h

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Campanha contra a Punição de Estudantes e Pelo dialogo sobre as festas na Unicamp

Para saber tudo sobre a campanha contra a punição dos estudantes e sobre a questão das festas na unicamp acesse o site da campanha:

www.dceunicamp.org.br/contrapunicoes

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Sobre o pula catraca no bandejão

Nesta terça, dia 16 de março, os estudantes da Unicamp deram uma contundente resposta à reitoria, que insiste em punir os estudantes e não negociar a legalização de festas dentro do campus.

Nossos colegas estão sendo processados pela universidade sob a acusação de realizarem festas dentro do campus. No entanto sabemos que em primeiro lugar as festas não são fruto da cabeça de um ou dois estudantes, são uma reivindicação do conjunto do movimento estudantil e são construídas coletivamente, segundo, as festas são espaços de vivência universitária e interação da universidade com a comunidade externa, ou seja, são parte das atribuições da universidade, terceiro, como pudemos observar até agora, o processo de sindicância está disfarçado sob o tema das festas mas na verdade representa uma perseguição política aos estudantes que se organizam nas entidades de representação estudantil.

Para se ter uma idéia, dentre os documentos que a reitoria apresenta na acusação, constam a presença dos nomes dos acusados em listas de representantes discentes, em convocatórias para reuniões do movimento estudantil, em sites de entidades de representação estudantil, dentre outros. As perguntas feitas aos acusados passam pelo questionamento sobre a participação na gestão do CA ou do DCE, sobre quais os temas de discussão das reuniões das entidades estudantis, sobre o financiamento das entidades do movimento, etc.

Neste sentido, a defesa de nossos colegas que estão sendo processados não é apenas a defesa do direito à realização de festas, mas também o combate à perseguição política dentro da universidade e a exigência de democracia.

Fizemos um intenso esforço para abrir negociações, o que poderia ser feito se a reitoria se dispusesse a interromper os processos de sindicância abertos. Não havendo colaboração por parte deles, tivemos que dar início nas nossas próprias ações. O pula catraca no bandejão, realizado no almoço desta terça, foi uma resposta que esperamos que tenha ficado clara para o reitor, de que os estudantes estão unidos e não deixarão seus colegas serem punidos. Esta manifestação também abriu diálogo com vários estudantes, divulgou a importância de nos unirmos e cumpriu o papel de aumentar a mobilização.

O direito à realização de festas é o direito à vivência universitária, à plenitude de nossa formação, que se dá em parte em sala de aula e em parte no convívio com os colegas de diversos cursos, na interação com diversas áreas de conhecimento, na participação do movimento estudantil e na interação com a comunidade, mas com certeza essa formação deveria passar longe da sindicância do senhor reitor FernanDOPS Costa.

Veja aqui o vídeo da manifestação.

Quarta-feira, 17/03, às 12h, no DCE, haverá uma reunião do comando de mobilização contra as punições. Participe!!

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Assembléia – Punição dos Estudantes – 11/03 (quinta) – 12h no PB

Festas na Unicamp e nas repúblicas vêm sendo cada vez mais dificultadas e reprimidas. Sob pressão da AMOC (associação de moradores da cidade universitária), o Ministério Público vem tomando medidas que resultam em punições individuais e em fechamento de repúblicas, sem diálogo algum com a comunidade acadêmica e numa total incompreensão da vivência universitária.

No dia 05 de março, última sexta-feira, descobriu-se que pelo menos 15 alunos já estão respondendo processo de sindicância, impositivamente colocados pela REItoria como organizadores dos eventos. Esses estudantes são intimados a comparecer na Procuradoria Geral da Unicamp e têm pouquíssimo tempo para se defenderem contra acusações pelas quais sequer são responsáveis.

Não podemos aceitar que nossos colegas e entidades sejam punidos por atividades culturais organizadas em espaços públicos! Nem que a AMOC ou o MP ditem o que pode ou não ser feito no campus!

Para decidirmos coletivamente como agir diante desses ataques, será realizada uma assembléia na quinta-feira (11/03), ao meio dia no saguão do PB

Não as Punições dos estudantes!

Festa pelo direito de Luta! Luta pelo direito de Festa!

ASSEMBLÉIA DOS ESTUDANTES DA UNICAMP

QUINTA 12H, NO SAGUÃO DO PB

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Ata da Reunião Ordinária do DCE – 18/12/2009

Informes:

1 – Mobilização dos trabalhadores da rede básica em Campinas – Cerca de 400 trabalhadores temporários da rede básica de saúde de Campinas serão mandados embora a partir de janeiro de 2010. A justificativa é de que esses trabalhadores estão “ociosos” e portanto os postos de saúde não precisam de funcionários. Estes realizaram mobilizações, pois reivindicam concurso público para suprir o déficit de funcionários na saúde de Campinas.

2 – CONSU do dia 15/12/2009 – No CONSU do dia 15/12 estavam em pauta o orçamento da universidade e o novo regulamento para as festas no campus. Na pauta do orçamento muito se foi discutido sobre a necessidade do aumento do ICMS para as universidades paulistas posto que a verba da Unicamp é insuficiente para atender as necessidades dos institutos, porém quando os estudantes tentaram aprovar uma moção ao CRUESP (Conselho de Reitores das Estaduais Paulistas) que pedia aumento de verbas este não pode ser aprovado por falta de quorum na reunião. O novo regulamento para festas na Unicamp foi aprovado com as seguintes alterações: Haverá punição às entidades que fizerem festas e o pedido de autorização poderá ser feito por entidade. A avaliação é de que o novo regulamento restringe o espaço público e ainda pune os estudantes que entendem a necessidade de que a universidade seja de fato vivência.

3 – CCG dia 17/12/09 – Reformulação de grade curricular da FCA (Faculdade de Ciências Aplicadas) de Limeira foi aprovada. Essa reformulação foi visivelmente apresentada como uma adequação à falta de financiamento do novo campus.

4 – Fórum das 6 (F6)dia 17/12/09 – Reunião da frente que congrega as 6 entidades representativas de funcionários e professores das 3 estaduais paulistas discutiu carreira docente, ensino à distância (avaliação das atividades organizadas pelo F6 e CRUESP), finanças e autarquização (processo de autarquização dos hospitais universitários acontecem na Unicamp e na UNESP). A próxima reunião será no dia 18/12/2010 na sede da ADUNESP (Associação Docente da UNESP).

PAUTA:

1 – O planejamento da coordenação do DCE será nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro de 2010 e terá como temas: Conjuntura Nacional, Saúde, Conjuntura Estadual, Assistência Estudantil, Acesso à Universidade e Extensão Universitária, Unicamp (Representantes Discentes, festas, avaliação de curso, estágios, currículo), Opressões e Organização/Comunicação

2 – Comunicação – Site do DCE terá subdomínios para que os CA’s possam utilizar hospedando seus sites no domínio do DCE.

3 – Calourada Integrada – Tema vencedor “Não vou me adaptar”. A Calourada contará com uma “Gincana Integrada”, Mesa sobre “Feminismo e Aborto”, Festa, Visita ao acampamento do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Manual do Bixo para os 3 campis.

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Manifestação no Conselho Universitário

dia 15/12 (terça) às 9h na Reitoria.

Pauta da Manifestação:

Regimento de Festas

Autarquização do HC

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Assembléia Geral dos Estudantes da Unicamp – 10/12/2009 (quinta-feira)

Assembléia Geral dos Estudantes da Unicamp

dia 10 de Dezembro de 2009 (quinta-feira)

Local: Saguão do PB

Horário: 12h

Pauta:

Autarquização do HC

Festas na Universidade

(ambos assuntos fazem parte da pauta da seção do CONSU – COnselho Universitário – do dia 15 de Dezembro)

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Ata da Reunião Ordinária do dia 01 de Dezembro de 2009

Informes

1. Tribuna Popular

atividade dia 10/12 a partir das 14h no auditório da cúria metropolitana.

Aconteceram algumas reuniões sobre a questão da criminalização. A idéia é fazer a denúncia da criminalização da pobreza e dos movimentos sociais, que se escancarou aqui em Campinas através da política “Tolerância Zero”, política articulada pela prefeitura articulada com a PM, a guarda municipal e mídia da Cidade. Apareceram algumas entidades que trabalham com crianças e adolescentes, com moradores de rua, etc, e que estão sentindo isto de forma bastante forte no seu cotidiano de trabalho, bem com os parceiros de sempre (químicos, mst, etc…).

2. CEBES (Centro de Estudo Brasileiro em Saúde)

seminário sobre atenção básica (posto de saúde) no SUS Campinas  – de  10 a 15 de Dezembro.

Na reunião de ontem, em Campinas no sindicato dos Metalúrgicos, estiveram reunidas cerca de 50 pessoas para debater a situação da atenção básica (postos de saúde) de Campinas. Foi levantada a necessidade de organizar um seminário municipal para sistematizar estratégias e atividades em conjunto com trabalhadores e usuários do SUS. O seminário acontecerá de 10 a 15 de Dezembro. O DCE acompanhará o mesmo.

3. Relato do Ato contra a Autarquização do HC

veja mais aqui

4. Organização de uma Reunião do MTST com os Centros Acadêmicos a pedido do MTST

dia 03/12 (quinta) às 12h no DCE

A reunião servirá para que este movimento coloque um pouco da luta que faz, da importância, para que mais estudantes possam conhecer, apoiar e se solidarizar.

5. Reunião do Fórum das Seis

está acontecendo hoje dia 01/12

Pautas – Ensino a Distância, Carreira Docente e Planilhas do CRUESP.

6. Atividade na USP – 1º Fórum de Debates sobre Ensino a Distância

veja mais aqui

7. Reunião do Comitê em Defesa do Petróleo

próxima reunião dia 02/12 às 18h no Sindicato dos Químidos Unificados (Av Barão de Itapura, 2022 – Guanabara – Campinas).

O Comitê organizará um Ato Público em Defesa do Petróleo no dia 16 de dezembro de 2009, a partir das 17h, na Rua 13 de maio (em frente a loja Americanas). A concentração será na frente da  Estação Cultura (antiga fepasa). O formato do ato será político e cultural, sendo garantido uma fala por entidade (Centrais sindicais, Partidos políticos e dos Movimentos sociais) e com apresentações culturais.

8. Integra Saúde

próxima reunião dia 02/12 às 18h na Sede do CAAL  (Centro Acadêmico Adolfo Lutz – Medicina).

O Integra Saúde é uma atividade de Calourada organizada entre os Centros Acadêmicos de Medicina, Enfermagem, Fono, Farmácia e Ed. Física, que tem o intuito de debater a saúde pública com os calouros em estágio de vivência na rede pública de saúde de Campinas.

Pauta

  1. Autarquização do HC – ampliação do debate; assembléia dia 10/12 (marcada no CRU do dia 26/11);
  2. Festas na Universidade – reunião com a reitoria; assembléia dia 10/12 (marcada no CRU do dia 26/11);
  3. Boletim;

1. Autarquização do HC

Encaminhamentos:

  • Fazer um vídeo que explique sucintamente o que é autarquização, o histórico e as consequências;
  • Panfletagem e Recolhimento de Assinaturas para o Abaixo-Assinado, contra a autarquização, no bandejão na quinta-feira (03/12) e na quarta-feira (09/12) nos horários de almoço e janta;
  • Marcar reunião com o STU e Adunicamp;
  • Fazer mais adesivos incluindo assinaturas de outros Centros Acadêmicos que assinaram o manifesto contra a autarquização da área da saúde;
  • Verificar o que já foi discutido sobre isso em reuniões de Congregação;
  • Organizar uma tabela que compare antes e depois da autarquização;

2. Festas

  • Indicação dos Coordenadores que participarão da Reunião com a Reitoria na próxima sexta-feira;
  • Discussão sobre o novo regimento ;
  • passe no DCE e veja o que mais foi discutido sobre esse ponto de pauta!

3. Boletim

  • Resultado das Eleições;
  • Autarquização;
  • Festas;
  • Calendário Geral de Atividades;
  • Coluna “O que eu tenho a ver com isso?” que explique a relação de temas da universidade ou de fora dela com os estudantes;
  • Chamadas para: assembléia, reuniões de organização da calourada integrada e ato;

PRÓXIMA REUNIÃO DIA 04/12 (sexta). – pauta até agora: calourada integrada;

Passe no DCE e saiba mais e melhor sobre o que foi discutido na reunião ordinária.

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Manifestação contra a Autarquização e Reunião da Congregação da FCM (27/11/09)

Às 08h da manhã começou a concentração dos estudantes na FCM para a realização do ato. Iniciou-se com a distribuição de panfletos e de adesivos. Estava presente o carro de som do STU. Os estudantes se concentraram na frente da entrada da FCM tocando bateria, distribuindo panfletos e pintando cartazes. O ato contou no início com mais de 150 estudantes da medicina, enfermagem, fonoaudiologia e outros cursos e grande apoio do DCE. Foi muito importante para dar visibilidade ao posicionamento dos estudantes dos cursos da saúde, mostrou à direção a aos professores que os estudantes estão sim acompanhando o processo e se posicionando criticamente em relação a ele.

Antes da reunião foram distribuídos panfletos a todos os presentes.

A reunião da Congregação começou pelos informes. Em seguida abriu-se a palavra aos membros. Nesse momento eu falei a respeito do posicionamento dos estudantes da saúde, do caráter do ato e ressaltei o desprivilégio com o qual os estudantes vinham sendo tratados pela diretoria em relação a essa discussão, pedi também que a pauta da autarquia fosse a primeira a ser discutida.

A primeira pauta a ser discutida foi realmente a da autarquia. Iniciou-se com a apresentação realizada pelo diretor Gontijo. Ele fez uma explicação a respeito da definição e dos motivos que levaram a direção a propor a autarquia. Ressaltou como motivos a incapacidade da universidade de aportar recursos necessários para a área de saúde, a necessidade de novo modelo de investimento e gestão administrativa e de recursos humanos, a deterioração da estrutura hospitalar, a dificuldade na reposição de funcionários, devido a problemas judiciais e a impossibilidade da plena ativação da atividade assistencial. Em seguida apresentou os resultados dos grupos de trabalho, referente a gastos atuais do complexo hospitalar, quadro de pessoal e ampliações necessárias. Depois falaram os administradores do CAISM, Prof. Oswaldo Grassiotto e do Hemocentro, Prof. Cármino. Novamente falaram a respeito da necessidade de novos investimentos, de desenvolvimento da área da saúde e da dificuldade de se negociar aumento de verbas com a UNICAMP. Em seguida falou o Prof. Nelson Andreollo, elogiou a atitude da manifestação e leu ponto por ponto das reivindicações do panfleto, construindo sua fala a partir delas. Marcou sua posição favorável à autarquia e ressaltou que ele concorda com boa parte das reivindicações, mas que ele acha necessária a administração através de uma fundação, que se não houvesse a possibilidade de inclusão de uma fundação, provavelmente seria contra a autarquia. Em seguida eu me posicionei contra a autarquia, expondo e argumentando a respeito dos pontos presentes no panfleto dos estudantes. Destaquei o novo investimento da UNICAMP no hospital de 3,3 milhões, a intransigência do governo do estado na nomeação da direção de órgãos vinculados, haja vista a nomeação do reitor da USP, fato que poderia se repetir no HC e o caráter privatista que o governo do estado tem assumido. Na seqüência outros professores se posicionaram sempre em favor da autarquia, citando exemplos e destacando a necessidade de maiores investimentos e também de uma fundação. O Prof. Tatagiba criticou o fato da prioridade de campo de estágio não constar na minuta e propôs essa alteração. A estudante Juliana da fonoaudiologia se posicionou comentando principalmente as perdas que o ensino poderia ter com a implantação da autarquia. O estudante Marcelo da medicina se posicionou fazendo críticas e citando exemplos a respeito das fundações de apoio e do processo de privatização da saúde em andamento no Brasil e falou que os estudantes tinham proposta de encaminhamento em relação a minuta. A profa. Sara Saad reclamou da lentidão com que o processo está sendo discutido, a parte mais importante, a verba destinada ao hospital pelo governo do estado, não está sendo discutida de fato e por isso corre-se o risco que aautarquização não aconteça. O Prof. Djalma falou a respeito da incerteza do destino da autarquia, por depender de negociações futuras e falou que os estudantes apesar de se posicionarem contra estavam encaminhando propostas para a minuta. Novamente falei, ressaltando que os estudantes são verdadeiramente contra a autarquia, mas que os espaços de decisão da universidade não são democráticos e paritários e por isso fomos obrigados também a fazer propostas para a minuta, reconhecendo o contexto da reunião. Destaquei que a proposta de autarquia ainda estava completamente em aberto, se fosse aprovada naquela reunião não saberíamos se de fato iria existir aumento de verbas, ou seja, não tínhamos garantia nenhuma, pedi também que a pauta não fosse discutida no período das férias. O Prof. Paulo Dalgalarrondo criticou a manifestação dos estudantes, disse que era um desrespeito aos trabalhadores a presença da bateria durante a manhã na FCM. Como o Prof. Paulo era o último inscrito, não foi permitido que fizéssemos uma resposta. Em seguida foi encaminhada a votação da autarquia. Foram 23 votos favoráveis, 6 votos contra, dos representantes dos estudantes e três abstenções, do Prof. Djalma, do Prof. Ivan Toro. Na seqüência foi encaminhada a votação da minuta. A minuta foi aprovada, com uma abstenção do Prof. Djalma. Foram votadas as propostas de acréscimos na minuta. Havia três propostas. Foram aprovadas as seguintes.

- Sob qualquer novo modelo de gestão as unidades que compõem a área da saúde da UNICAMP deverão garantir a prioridade do campo de estágio para os estudantes da UNICAMP, ensino médio e graduação.

- Sob qualquer novo modelo de gestão as unidades que compõem a área da saúde da UNICAMP deverão ser áreas de ensino, pesquisas e extensões.

A proposta de garantia de representantes discentes e dos centros acadêmicos nos colegiados de administração não foi aprovada, sob o argumento que isso deveria ser decidido futuramente e não precisava ser incluído na minuta.

Na seqüência a reunião continuou com discussão das outras pautas.

Destaco a importância da manifestação, para dar força aos representantes presentes na reunião e para mostrar nossa posição para os professores. Agora temos que continuar com essa mobilização para enfrentar essa pauta no CONSU com um ato ainda maior. A luta não está perdida. É papel de todos os estudantes continuar com essa discussão e ampliá-la para outras pessoas. Temos também que continuar com o abaixo assinado que já conta com um número expressivo de assinaturas de pessoas de toda a universidade.

Um agradecimento à bateria que esteve presente do início ao fim dando força à manifestação e ao DCE que também nos deu um grande apoio.

Josué

CAAL – Unicamp

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