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Informe Eletrônico

Mas, afinal, o que é isonomia e por que ela é tão importante?

A busca pela construção de uma educação pública, gratuita e de qualidade é um esforço comum nas três universidades estaduais paulistas, USP, Unesp e Unicamp. Se, portanto, essas três universidades têm objetivos e desafios partilhados, nada mais justo que seus servidores tenham direito a mesma remuneração. Um trabalho executado na Unicamp ou na Unesp não pode ter menos valor que o mesmo trabalho realizado na USP.

A garantia da isonomia entre os funcionários das três estaduais, ou seja, a equiparação dos salários e do vale-alimentação, é uma demonstração de respeito e reconhecimento do trabalho de todos aqueles e aquelas que mantêm essas instituições funcionando no seu dia-a-dia. Afinal de contas, se não fosse o trabalho diário dos milhares de servidores de nossa universidade nas bibliotecas, nos laboratórios, nos departamentos, nas secretarias, na limpeza, na segurança, nos refeitórios, na manutenção, nos transportes, na administração, na área da saúde – trabalho este que, por várias vezes, passa desapercebido -, seria impossível garantir as condições para o desenvolvimento do conhecimento e do ensino, da pesquisa e da extensão.

A luta pela garantia de boas condições de trabalho e salário, portanto, também é uma luta dos estudantes em defesa da educação pública.

O reitor Fernando Costa não pode continuar “dando as costas” para essa reivindicação mais do que justa.

Toda solidariedade à luta dos trabalhadores em greve na Unicamp!

para saber mais www.stu.org.br

Construção do Plebiscito pelos 10% do PIB para Educação Pública Já!

Seguindo a resolução do Comitê Nacional, o DCE da Unicamp, juntamente com o STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) convida a todos para a reunião de organização do Plebiscito pelos 10% do PIB para Educação Pública na Unicamp, a ser Realizado entre os dias 06 de Novembro e 06 de Dezembro de 2011.

O DCE da Unicamp vem sendo desde o começo desse ano, um dos articuladores da campanha Nacional pelos 10% do PIB para Educação Pública Já! Entendemos que assim como encaminhado no 10º Congresso dos Estudantes da Unicamp e no Comitê Campinas pelos 10%, que a campanha deveria ser o mais ampla possível, abarcando diversos setores e movimentos sociais, para levantarmos a bandeira contra esse modelo de educação que está colocado, defendendo uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos e todas. Por isso problematizamos em todos os espaços a realização da campanha já no Mês de Novembro, pois diversos companheiros não puderam se somar a esta luta.

Reunião de Organização do Plebiscito na Unicamp :: 04/11 às 12h na sede do DCE Unicamp.

Eleições para Coordenação do DCE Unicamp e Representantes Discentes na CCG (Comissão Central de Graduação) e no CONSU (Conselho Universitário)

Debates

  • 1/11: Exatas, sala EM30, 12h.

  • 3/11: FCM, anfiteatro 1, 12h.

  • 7/11, 12h, saguão do PB.

  • 3/11: FCA, 16h30.

Votação

  • de 8 a 11 de Novembro de 2011

Boicote ao ENADE!

Domingo (6/11) é dia de boicotar o ENADE e dizer que queremos uma avaliação de verdade e ensino de qualidade!
Leia a cartilha que o DCE organizou e pegue seu adesivo na sede da entidade!

 

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10% do PIB para a Educação Já! – Ato Cultural dia 15/10

 

 

Ato Cultural de Lançamento da Campanha pelos 10% do PIB para a Educação Já em Campinas

às 10h na Praça em frente à Catedral

Muitos são os desafios para o desenvolvimento da educação brasileira. Desde a falta de vagas nas creches, as salas superlotadas na educação básica, a péssima remuneração do professorado, os altos índices de analfabetismo, até o cenário terrível do ensino superior, onde apenas 14% da juventude tem acesso, sendo que 75% das vagas de ensino superior estão nas instituições privadas e as instituições públicas vem sendo desmontadas pela restrição do financiamento. A educação brasileira em todos os níveis precisa de grandes esforços para que seja realmente um direito de todos.

No final dos anos 90 os movimentos sociais brasileiros uniram grandes esforços para criar um Plano Nacional de Educação que pudesse dar conta de superar estes lamentáveis problemas. Neste plano além das medidas específicas para cada área foi estabelecida uma reivindicação fundamental para sua realização: a meta de que o valor destinando pelos governos ao financiamento do direito à educação pública deveria corresponder a 10% do PIB nacional.

No congresso nacional o plano proposto pela população foi profundamente modificado, sendo que o Dep. Fed. Nelson Marchesan (PSDB) apresentou um projeto substitutivo que rebaixava a meta de financiamento para 7% do PIB a serem atingidos até o ano de 2010. Porém, mesmo esta meta reduzida foi vetada pelo presidente Fernando Henrique (PSDB), sendo que Lula (PT) manteve o vergonhoso veto durante seus dois mandatos.

O novo Plano Nacional de Educação proposto pelo governo Dilma (PT), além de bastante frágil em seu conjunto de metas, estabelece para o financiamento os mesmos 7% propostos pelo PSDB no congresso nacional para 2010, mas com um atraso de 10 anos que empurra a meta para o ano de 2020.

Por isso neste dia 15, o comitê de Campinas fará o lançamento da campanha pelos 10% do PIB para a Educação aqui em nossa cidade, aproveitando a mobilização que ocorrerá em nível mundial pelo 15-O “dia mundial de ocupação de praças”, o ato contará com aula pública e atividades culturais; ocuparemos as praças exigindo financiamento público para a educação pública, por 10% do PIB para a Educação Pública JÁ!!!

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Informe Eletrônico #9 – Contra a Violência à Mulher e 10% do PIB para a Educação JÁ!

Calendário

22/9 (quinta) – 19h :: Comitê Regional do Plebiscito dos 10% do PIB para a Educação
sindicato dos químicos (Av. Barão de Itapura, 2022)

24/9 (sábado) – 9h :: Marcha das Vadias
Largo do Rosário

28/9 (quarta) – 15h :: Ato Contra a Violência à Mulher
em frente à Reitoria

3 à 9 /10 :: 10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

03/10 – Segunda-Feira

Credenciamento de delegadas e delegados pelos Centros Acadêmicos no DCE

04/10 – Terça-Feira

10h – Oficina: Permanência Estudantil: A luta para manter o estudante na universidade – PB16
12h – Oficina: Violência Contra a Mulher: não se cale – PB16
Oficina: Roda de discussão: questão das opressões e a violência – PB17
14h – Oficina: Avaliação do Ensino Superior e o ENADE – PB16
Oficina: Violência Contra a Mulher: não se cale (FCA)
Oficina: Alguns aspectos da relação de poder entre os homossexuais – PB17
18h – Mesa de Abertura: DCE Unicamp, STU e Adunicamp – PB16
19h – Mesa: Os dilemas da realidade brasileira – PB16
- Prof. Dr. Plínio de Arruda Sampaio Jr. (IE Unicamp)
- Sueli (CUT/APEOESP Campinas)
- Gilmar Mauro (Direção Nacional do MST)
- Fernando Silva – Tostão (Correio da Cidadania)
- Herbert – Mancha (CSP Conlutas)

05/10 – Quarta-Feira

10h – Grupo de Discussão: Cultura e Arte – XX00
12h – Mesa: Combate às Opressões – PB16
- Luka Franca (Frente Paulista pela Legalização do Aborto)
- Rodrigo Cruz (Coletivo 28 de Junho)
- Douglas (Uneafro)
- Luisa D’Ávola (Coletivo Feminista Yabá)
14h – Grupo de Discussão: Opressões (FCA)
15h - Grupo de Discussão: Combate às Opressões – PB05 e 06
16h – Grupo de Discussão: Movimento Estudantil (FCA)
Grupo de Discussão: Saúde (FOP)
18h – Grupo de Discussão: Educação (FOP)
19h – Grupo de Discussão: Dilemas da Realidade Brasileira – PB03, 05 e 06
Mesa: Meio Ambiente (FT)
- Prof. Dr. Sandro Tonso (FT Unicamp)
- Luciana Silva (MST)
- (DCE Unicamp)

06/10 – Quinta-Feira

10h – Grupo de Discussão: Meio Ambiente – XX00
12h – Mesa: Educação para quê e para quem? – PB16
- Prof. Dr. César Minto (ANDES-SN)
- Diogo Portela (DCE Unicamp)
- Magda Souza (APEOESP)
- Prof. Dr. César Nunes (Faculdade de Educação – Unicamp)
14h – Grupo de Discussão: Meio Ambiente (FT)
15h – Grupo de Discussão: Educação e Movimento Estudantil – XX00
16h – Grupo de Discussão: Educação e Movimento Estudantil (FT)
19h – Mesa: Saúde – Anfiteatro do dep. de saúde preventiva e social da FCM
- Bernardo Pilotto (Sindtest UFPR / FASUBRA)
- Nara Mariano (Enfermeira – CAPES Estação)
- Felipe – Belém (Médico – diretor do STU)
Mesa: Educação para quê e para quem? (FCA)
- Profa. Dra. Maria Aparecida Segatto (UNESP)
- Diogo Portela (DCE Unicamp)
- Prof. Pedro A. V. Oliveira (Coletivo APEOESP na Escola e na Luta)
21h - Grupo de Discussão: Educação (FCA)
Grupo de Discussão: Saúde – Anfiteatro do dep. de saúde preventiva e social da FCM

07/10 – Sexta-Feira

10h – Grupo de Discussão: Ciência e Tecnologia – PB06 e 07
12h – Mesa: Movimento Estudantil – PB16
- Bruno Modesto (Diretor da UNE pela Oposição de Esquerda)
- Daniel Iliescu (presidente da UNE)
- Clara Saraiva (ANEL)
15h – Grupo de Discussão: Movimento Estudantil – PB05, 06 e 07
19h – Grupo de Discussão: Educação – PB05, 06 e 07

08 e 09/10 – Sábado

09h – Plenária Final – CB05

10% do PIB para a Educação JÁ!

Muitos são os desafios para o desenvolvimento da educação brasileira. Desde a falta de vagas nas creches, as salas superlotadas na educação básica, a péssima remuneração do professorado, os altos índices de analfabetismo, até o cenário terrível do ensino superior, onde apenas 14% da juventude tem acesso, sendo que 75% das vagas de ensino superior estão nas instituições privadas e as instituições públicas vem sendo desmontadas pela restrição do financiamento. A educação brasileira em todos os níveis precisa de grandes esforços para que seja realmente um direito de todos.

No final dos anos 90 os movimentos sociais brasileiros uniram grandes esforços para criar um Plano Nacional de Educação que pudesse dar conta de superar estes lamentáveis problemas. Neste plano além das medidas específicas para cada área foi estabelecida uma reivindicação fundamental para sua realização: a meta de que o valor destinando pelos governos ao financiamento do direito à educação pública deveria corresponder a 10% do PIB nacional.

No congresso nacional o plano proposto pela população foi profundamente modificado, sendo que o Dep. Fed. Nelson Marchesan (PSDB) apresentou um projeto substitutivo que rebaixava a meta de financiamento para 7% do PIB a serem atingidos até o ano de 2010. Porém, mesmo esta meta reduzida foi vetada pelo presidente Fernando Henrique (PSDB), sendo que Lula (PT) manteve o vergonhoso veto durante seus dois mandatos.

O novo Plano Nacional de Educação proposto pelo governo Dilma (PT), além de bastante frágil em seu conjunto de metas, estabelece para o financiamento os mesmos 7% propostos pelo PSDB no congresso nacional para 2010, mas com um atraso de 10 anos que empurra a meta para o ano de 2020.

Em 2010 os setores do movimento estudantil independentes dos governos se reuniram em um importante seminário na cidade de Uberlândia-MG para tentar planejar ações conjuntas, sendo que dentre as idéias levantadas estava a realização de um Plebiscito Nacional para tratar de algum tema central da educação. No início de 2011 os DCEs da Unicamp, USP e UFPR lançaram uma carta propondo a realização desse plebiscito para exigir do governo 10% do PIB para a educação pública já, entendendo que o desrespeito ao direito à educação, mantido pelos sucessivos governos, só vai acabar com forte participação da população. A proposta foi aceita pelo ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior) e agora a campanha já tem dimensão nacional.

Será realizada a primeira reunião do Comitê de Campinas para a organização dessa importante luta, no intuito de somar professores e estudantes da educação básica e superior e demais movimentos sociais comprometidos com a luta em defesa da educação. Não deixe de comparecer!

Primeira Reunião do Comitê Campinas pelos 10% do PIB para a Educação
Quinta-Feira 22/09 19h
Local: Sindicato dos Químicos Av. Barão de Itapura 2022

 

Marcha das Vadias, o que é?

A Marcha das Vadias foi um movimento que teve início no Canadá em protesto à declaração de um policial que disse que as mulheres não deveriam se vestir como vadias se não quisessem ser estupradas. Indignadas, aquelas mulheres organizaram a primeira Marcha, que acabou se espalhando por diversos países e já aconteceu também em várias cidades do Brasil. Esse movimento virou um símbolo da luta das mulheres contra a violência sexual e de gênero. E agora chegou a vez de Campinas, varias entidades e movimento sociais se uniram para construir um grande ato, vamos às ruas gritar em uma só voz BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES! pois juntas somos mais fortes!

O DCE vem participando desta construção, e da mesma forma que fomos as ruas em Barão Geraldo contra a violência, vamos nos somar agora com mulheres de todos os cantos da cidade que sofrem cotidianamente com esta realidade, pois em Campinas a cada 13 horas uma mulher é estuprada, sem contar os inumeros casos que não são registrados e passam desapercebidos, e muitos se tratam de violência doméstica.

Por isso convidamos a tod@s @s estudantes a se juntarem também nesta luta, pois se ser mulher nos torna vadias, então somos todas vadias e exigimos respeito!

Mexeu com uma, mexeu com todas!
24/09 sábado às 9h na catedral – centro


E na Unicamp a REItoria se cala diante dos estupros…

Vimos que recentemente uma serie de estupros foram registrados dentro e nos entornos da Unicamp, foi apresentada a REItoria as reivindicações das estudantes, estas foram simplesmente ignoradas, com o argumento de que “das grades para fora o problema não é da universidade”, mas as mulheres não se calaram, cerca de 700 pessoas, na maior parte estudantes, foram as ruas dizer NÃO a violência, e mesmo assim a REItoria não se pronunciou sobre o assunto.

Agora bateremos a sua porta, exigindo da REItoria providências imediatas, dentre elas a volta da escolta noturna, que existia até 2006 e levava os estudantes para casa no periodo noturno, a criação de um circular com pontos nas principais ruas de Barão, a contratação de seguranças via concurso público, iluminação de areas escuras dentre outras.

No dia 28/09 (4ªf) o DCE e diversos CA’s irão até a reitoria apresentar essas reivindicações, iremos em ato, como forma de mostrar nossa indignação diante do descaso da Unicamp com a situação de violência que se encontram as mulheres.

Ato na reitoria 28/09 as 15h

 

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informe eletrônico #9 – 10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

até 6/9 – inscrição de teses, contribuições e oficinas - inscreva aqui!

3/10 – credenciamento de delegados

 

Especificações (para teses e contribuições)

Tese: - ser assinada por no mínimo 15 estudantes de graduação regularmente matriculados   - ter no máximo 11.000 caracteres (incluindo espaços)
Contribuições: – ser assinada por no mínimo 1 estudante de graduação regularmente matriculado   - ter no máximo 3.500 caracteres (incluindo espaços)

Veja o regimento aqui

 

Programação

o que é o congresso?

O Congresso dos Estudantes é o maior e mais qualificado espaço de discussão e decisão do Movimento Estudantil da UNICAMP. No Congresso reúnem-se centenas de estudantes que, através das oficinas, mesas, grupos de discussão e da plenária final, constroem um rico espaço de formação onde, muitos, apontam os rumos e as diretrizes a serem seguidas pelo Movimento Estudantil nos próximos anos.

quem pode participar?

O Congresso dos Estudantes da UNICAMP é aberto a todos os estudantes da Universidade. Nele, os estudantes podem participar através de oficinas (assistindo, interagindo ou ministrando), comparecendo às mesas (que discutirão a Conjuntura, a Universidade, as Opressões e o Movimento Estudantil), debatendo e apresentando propostas nos grupos de discussão, e, quando delegados, votando na plenária final.

o que é um delegado?

A cada 20 estudantes de um curso de graduação, um delegado é eleito. O delegado, assim como os demais participantes do Congresso que não são delegados, pode participar de todos os espaços do Congresso. Seu diferencial, entretanto, é o poder de votar nas propostas sistematizadas nos grupos de discussão na Plenária Final. Para se inscrever como delegado,  o estudante deve preencher a ficha presente no panfleto (retire no  DCE ou no seu centro acadêmico) e entrega-la no seu Centro Acadêmico (o processo e a data de tiragem dos delegados – até dia 28 de Setembro – é por conta dos CAs).

quais são e como funcionam os espaços do congresso?

Oficinas: Abertas a todos para expor o que quiserem sobre temas variados durante o primeiro dia;

Mesas de Debates: Os palestrantes apresentam o tema e na seqüência é aberto tempo para  perguntas e intervenções. Estas mesas abordarão a questão das Opressões, de gênero, etnia e orientação sexual; o cenário em que vivemos, da nação à UNICAMP; a Universidade, como se estrutura, e o qual o papel dela na sociedade; e o debate do Movimento Estudantil;

Grupos de Discussão (GDs): Onde estudantes de toda a UNICAMP sentam para debater os temas indo dos currículos à reforma universitária, do funcionamento dos centros acadêmicos às discussões especificas sobre saúde, gênero, opressões e outras;

Plenária Final: No último dia, os delegados – representantes de cada curso – votam sobre os assuntos discutidos nos outros três dias de congresso, definindo as diretrizes, bandeiras e ações que devem nortear o DCE.

gostei! como faço para participar?

O Congresso lhe pareceu um bom espaço para entender algumas questões próximas do seu dia a dia e também questões relativas à sociedade como um todo? Se o congresso parece uma oportunidade interessante de formação, onde você pode contribuir com sugestões de metodologias, bandeiras de luta ou mesmo opiniões sobre como podemos atuar para tornar mais efetivas nossas movimentações enquanto estudantes, participe do 9º Congresso dos Estudantes da UNICAMP!
Preencha a ficha presente neste folheto e procure o seu Centro Acadêmico para obter maiores informações sobre o Congresso e as últimas atualizações de sua programação! No seu Centro Acadêmico você saberá como funcionará o processo de escolha de delegados, assim como o calendário pré-congresso. Para informações atualizadas, consulte seu CA, o DCE e o site do Congresso.

www.ceu.dceunicamp.org.br
www.facebook.com/dceunicamp
@dce_unicamp

 

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Informe Eletrônico #8 – Gestão Cantando por Liberdade


10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

O Congresso dos Estudantes da Unicamp é o maior e mais qualificado espaço de discussão e decisão do Movimento Estudantil da UNICAMP. Nele reúnem-se centenas de estudantes que constroem um rico espaço de formação onde se apontam os rumos e as diretrizes do Movimento Estudantil nos próximos dois anos. É uma oportunidade interessante de formação, onde você pode contribuir com sugestões de metodologias, bandeiras de luta ou mesmo opiniões sobre como podemos atuar para tornar mais efetivas nossas movimentações enquanto estudantes.

  • até 6/9 – inscrição de teses, contribuições e oficinas
  • 3/10 – credenciamento de delegados
  • 3 à 9/10 – 10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

Especificações (para teses, contribuições)

Tese: – ser assinada por no mínimo 15 estudantes de graduação regularmente matriculados   - ter no máximo 11.000 caracteres (incluindo espaços)
Contribuições: – ser assinada por no mínimo 1 estudante de graduação regularmente matriculado   - ter no máximo 3.500 caracteres (incluindo espaços)

 

Fora Hélio!

A Comissão Processante (CP) da Câmara Municipal de Campinas concluiu o relatório final sobre o pedido de impeachment do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT). O Documento pede a saída de Dr. Hélio da prefeitura.

O relatório foi apresentado na tarde do dia 16/08 na Câmara. A sessão extraordinária que colocará em votação o pedido de impeachment acontecerá a partir de quinta-feira, 18/08 às 9h.

Como são três acusações contra o prefeito, cada vereador votará três vezes. Se  22 dos 33 vereadores votarem a favor da cassação em qualquer uma das acusações, o prefeito cairá.

A partir de quinta (18 de agosto), às 6h da manhã, o DCE da Unicamp, junto com as demais entidades que constroem o Fora Hélio, farão um acampamento em frente à Câmara dos Vereadores. Vamos todos nos somar a essa luta contra o Prefeito Privatizador e Corrupto. É hora de Derrubar o Prefeito.

 

 

CONTRA A PRECARIZAÇÃO,

10% DO PIB PARAA EDUCAÇÃO!

Oque é PNE?

Como exigência da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, bem como em resposta à pressão dos movimentos sociais, no final da década de 1990 foi elaborado, pela primeira vez o Plano Nacional de Educação do Brasil. Dois projetos foram criados nesta época.

Um deles foi proposto pelos movimentos sociais e a sociedade civil organizada. Um dos pontos era a garantia de que ao fim dos 10 anos de duração do plano, fosse garantido que o investimento público em educação pública chegasse a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) Brasileiro.

O outro projeto foi uma proposta do Ministério da Educação (MEC) alterada pelo projeto substitutivo do deputado federal Nelson Marchesan (PSDB), e aprovado pelo legislativo ao final de 2000. O substitutivo, entre outros elementos rebaixou a meta do financiamento, que ficou em 7% do PIB.

Mas na prática …

a teoria é outra

Mesmo esses 7% aprovados pelo legislativo para serem garantidos até 2010, não foram aprovados pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que vetou essa parte do PNE.

Em 2002, com a eleição de Lula (PT) para a presidência do Brasil, muitas expectativas surgiram no movimento de que Lula derrubaria o veto imposto por Fernando Henrique, no entanto, Lula manteve o veto. Hoje em dia a vergonhosa quantia de financiamento público para a educação pública corresponde a cerca de 3,5% do PIB, quantidade muito aquém do necessário para que a educação pública básica deixe a situação lamentável que hoje se encontra. Para se ter uma ideia, no ano de 2010, 44,93% do orçamento brasileiro (R$ 635 Bilhões) foram gastos em pagamento de dívida pública, enquanto apenas 2,89% foi o investimento federal em educação (cerca de R$ 41 Bilhões).

Dilma (PT), também tem mantido a política tucana de gastar a maior parte do orçamento com o pagamento da dívida pública, em benefício dos banqueiros e grandes empresários, em detrimento dos direitos da população, como saúde, educação e aposentadoria. Por isso mesmo mantém o veto de FHC às verbas da educação e apresenta em seu novo PNE a meta de chegar apenas em 2020 a 7% do PIB.

O Plano Nacional de Educação que os estudantes devem defender não deve se submeter às migalhas propostas pelo governo federal, pois a educação não sobrevive com gorjeta. Exigimos 10% do PIB de financiamento público para e educação pública e exigimos pra JÁ!

Campanha pelos 10% do PIB para Educação Pública, Já!

No segundo semestre de 2010 estudantes do Brasil inteiro se reuniram na Universidade Federal de Uberlândia no “Seminário Nacional de Educação”. Esse seminário tinha como proposta juntar lutadoras e lutares e tirar ações unitárias em defesa da educação e por um outro projeto de universidade.

Como encaminhamento deste seminário, saiu a construção de um plebiscito unitário em 2011. No início do ano, o DCE da Unicamp se articulou com outros DCEs do país, como o DCE da USP e o da UFPR, e construiu a proposta de que o plebiscito fosse pelos 10% do PIB para a Educação. Várias entidades o organizações já se somaram a esse processo em defesa da Educação.

Calendário da Campanha Nacional

  • 23/08
    • 12h reunião da campanha.
    • 17h Debate sobre financiamento na UNB.
  • 24/08
    • Bloco pelos 10% na jornada nacional de lutas em Brasília.

Ô Reitoria,

cadê o financiamento da FCA???

O Repasse das Estaduais Paulistas é o mesmo faz mais de 15 anos, sendo esse 9,57% do ICMS do Estado de São Paulo. Em 2005 e 2006, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) votou pelo aumento do ICMS para cerca de 10%, mas Alckmin e Lembo, os respectivos governadores do Estado, duas vezes consecutivas vetaram esse aumento.

De lá pra cá, foram inúmeras as ampliações de vagas, os campi experimentais da UNESP, a USP zona Leste, e a FCA na Unicamp, mas nada do repasse para a educação aumentar.

Antes da abertura da FCA o governador do Estado, Geraldo Alckmin, o mesmo de agora, prometeu aumentar em 0,05% o ICMS para a Unicamp para suprir as despesas do novo campus, mas até agora nada. Já são três anos de funcionamento e a FCA não está nas despesas na Unicamp porque não há dinheiro.

Estudantes, Trabalhador@s e Moradores de Barão

Geraldo se organizam na luta

contra a violência às mulheres.

Nesta ultima quinta feira (11/08) aconteceu um ato contra a violência as mulheres, contou com a participação de mais de 1000 pessoas que saíram em protesto, passando pelas principais avenidas de Barão e também pelos locais onde as últimas vítimas foram abordadas. Com palavras de ordem como: “Violência contra a mulher, não é o mundo que a gente quer” e “A nossa luta é todo dia! Somos mulheres e não mercadoria!”, o grupo levou o assunto as ruas, distribuindo folhetos informativos, adesivos, apitos e cobrando atitudes do poder público.

Reivindicações como maior iluminação nas ruas e podas das árvores, foram exigidas pelos manifestantes, que incluíam estudantes, funcionários, moradores e até pessoas de fora do distrito de Barão Geraldo. Os apitos por sua vez servem como alarme de situações perigosas, tanto para as mulheres que se sintam em perigo, como para quem presenciar alguma situação do tipo.

A imprensa acompanhou toda a manifestação e houve também policiamento, sendo que na região da delegacia, ainda havia um grupo do Garra. A pergunta que fica é: e quando ocorrem os crimes, onde está esse policiamento?

Apesar das reivindicações dos manifestantes, estas atuam somente como prevenção do ataque, e o que a sociedade precisa fazer é ensinar a não estuprar, a não tratar o crime contra a mulher como algo natural e estatístico. Índice esperado de estupro é ZERO!!!!


E a luta continua, pois enquanto houver violência haverá resistência!!!

Acompanhe os próximos debates e mobilizações.

 

Código Florestal e Usina de Belo Monte

Cine DCE

18 de Junho (quinta) às 18h45 no DCE

Contra as Alterações no Código Florestal

Manifestação Contra a Usina de Belo Monte

Ocorrerá no próximo Sábado (20/08) uma manifestação em São Paulo contra a Usina de Belo Monte e seus graves impactos sociais e ambientais. O CAB (Centro Acadêmico da Biologia) está organizando um ônibus que saírá às 09h do estacionamento da BC. A inscrição pode ser feita no CAB ou no DCE mediante pagamento de taxa de R$20,00.

 


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Informe Eletrônico #6 – DCE Unicamp

 

Representantes Discentes no CONSUgarantem manutenção do histórico escolar “limpo”.

Reitoria derrotada quer desarticulara Representação Discente

Hoje as decisões da universidade não são tomadas de forma democrática, os docentes representam 70% dos votos no órgão máximo da universidade (o CONSU), os funcionários 15% e os estudantes 15%. Ou seja, um grupo político de professores (não todos) pode ordenar os rumos que a universidade irá tomar. Esta é a nossa democracia.

Durante todos estes ataques os estudantes buscaram o diálogo e, ao contrário do que dizem, é a reitoria quem se nega a conversar, o REItor Fernando “Costa-Quente” está marcado como o reitor que NUNCA se sentou com os estudantes para dialogar, também perseguiu e buscou punir os Estudantes e Trabalhadores que enfrentavam essa situação em busca de mudanças nos rumos da universidade, mudou a forma de repasse às entidades prejudicando a organização e autonomia dos estudantes.

De 2004 a 2006 as eleições dos Representantes Discentes eram organizadas pela Secretaria Geral da Unicamp, mesmo contra a vontade dos estudantes, sendo a participação estudantil extremamente menor que hoje. A conquista de eleições dos representantes realmente organizadas pelos estudantes, só foi ocorreu após assinatura do acordo de desocupação da reitoria no ano de 2007.

De 2007 até hoje, mesmo com todo o autoritarismo as lutas dos estudantes são significativas. Em 2009 com a luta pela vinda de 0,05% do ICMS para o financiamento da FCA em Limeira, em 2010 com discussão e garantia de direitos de permanência estudantil para os estudantes do PROFIS e muitas foram as vitórias, como a manutenção da inserção de créditos no próprio bandejão, abertura do RA na janta e o arquivamento das punições, em perseguição às festas no campus, no ano passado.

A mais recente foi agora em Agosto de 2011, quando a reitoria tentou impedir os estudantes de escolherem entre pedir o histórico de disciplinas completo ou o “limpo”, ou seja, apenas aparecendo as disciplinas nas quais houve aprovação, o que prejudicaria os estudantes na Unicamp em processos externos. No entanto os Representantes Discentes fizeram a proposta de permanência do direito ao histórico “limpo” e conseguiram a vitória, mesmo a contragosto da reitoria.

Mas a reitoria, já estava preparando o “ataque da vez”, alterar o modo como os estudantes elegem os seus representantes para o CONSU e a CCG.O formato atual de eleições foi aprovado pelo Conselho de Representantes de Unidades, órgão representativo dos estudantes (onde votam cada CA e os Representantes de Unidade) que deliberou por eleições por Chapas e junto com a Eleição do DCE, porém a reitoria quer invadir a nossa democracia interna. Na ultima reunião do CONSU, os nossos RD’s encaminharam uma carta mostrando o repúdio e esta ação (ver no site do DCE), conseguindo que o tema fosse retirado de pauta para voltar na próxima sessão, em setembro.

O objetivo dessas alterações é claro, desorganizar o movimento estudantil da UNICAMP Não podemos aceitar que a reitoria desarticule a Representação Discente para conseguir retirar nossos direitos. Quem deve dizer como são escolhidos os representantes são os próprios estudantes!

Fora Hélio!

Desde o semestre passado acompanhamos os escândalos da Prefeitura de Campinas. Vice-Prefeito(Demétrio – PT) preso, mais de vinte mandados de prisão,  Primeira Dama foragida da justiça. A razão dos mandados de prisão é a investigação feita pelo Ministério Público acerca de fraudes nos contratos públicos, em especial de licitações relacionadas à Sanasa. Este escândalo de corrupção demonstra o verdadeiro caráter do governo Hélio (PDT), que desde o governo passado, tem protagonizado diversas outras denúncias, como o caso dos funcionários fantasmas da câmara, irregularidades na Emdec, e, agora, o caso da Sanasa. Sem contar os casos das privatizações. Fantasiando-as de OS´s (organizações sociais), o Governo Hélio pretende entregar nas mãos de entidades privadas os serviços de Saúde, Educação, Esporte, Cultura e Lazer da cidade de campinas, assim como já faz com o Hospital Ouro-verde e as Naves Mães.

Após grande pressão da população, a Câmara de Vereadores votou por abrir uma comissão para analisar o impeachment do Prefeito Hélio, o processo está em andamento, mas o afastamento do Prefeito durante este período não ocorreu. Eram necessários 22 votos para afastar o Prefeito, mas apenas 18 vereadores votaram a favor.O relatório final do impeachment tem prazo de 90 dias para ficar pronto, ou seja, no final do mês de Agosto (ainda sem data definida), quando deverá ocorrer a sessão da Câmara de Vereadores que dará o parecer final. Fique atento! Nesta data é importantíssima a participação de tod@s em um grande ato em Frente à Sessão para Derrubarmos o Prefeito!

Entre em http://forahelio.wordpress.com/ para ver os vereadores que votaram contra o afastamento do Prefeito e acompanhar os próximos passos do movimento.

Vem pra Luta Contra o Novo Código Florestal!

Numa época onde a destruição do meio ambiente se torna cada vez mais preocupante, tramita no Congresso uma proposta de desmonte de nossa principal legislação ambiental. Propondo anistiar (perdoar) as multas dos desmatadores, acabar com as reservas de mata nas propriedades privadas, permitir o uso das margens dos rios para atividades agropecuárias, o projeto do novo Código Florestal foi criado para atender aos interesses do que há de mais atrasado na sociedade brasileira. A proposta do deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP) consolida o modelo agrário interessado no lucro rápido, onde o desmatamento é liberado e não importa o manejo sustentável das áreas de produção.

Os danos sociais da proposta também são assustadores: no período em que o Novo Código (anti)Florestal foi discutido, os assassinatos de ambientalistas no campo se multiplicaram e o desmatamento da Amazônia aumentou cinco vezes; o novo Código Florestal simplesmente omite a proteção às reservas indígenas, permitindo que elas sejam desmatadas; prevê uma “bolsa desmatador” eterna para quem restaurar com dinheiro público e conservar uma área após degradá-la, mesmo que se tenha prejudicado por décadas a população da região; e as propriedades improdutivas passam a ser consideradas áreas de “pousio” (descanso), acabando com a reforma agrária no Brasil.

Num país que comporta 1/5 da biodiversidade do planeta, possui 190 milhões de habitantes que necessitam de água limpa e que passa por um processo de desindustrialização, não podemos permitir que esse projeto seja aprovado de forma apressada e truculenta, ignorando os argumentos científicos e a vontade popular.

O MST, a OAB, a CNBB, a Academia Brasileira de Ciências entre outras organizações de peso já se posicionaram contra o novo Código Florestal.

Na UNICAMP, o DCE e vários coletivos de estudantes estão movendo seus esforços para discutir e mobilizar a universidade e a região de Campinas contra esse novo Código (anti)Florestal e este modelo de “desenvolvimento” excludente e predatório, dizemos não a este código dos ruralistas!

Reunião do Núcleo Contras as Alterações

Neste sábado, dia 13 de agosto,  a partir das 9h da manhã, os estudantes de diversas universidades se reunirão no DCE da Unicamp para pensar ações conjuntas para barrar o novo Código Florestal. Estão todos convidados para discutir o assunto e se unir às mobilizações!

 

Programação:

9h00 -Recepção – café da manhã – Traga sua caneca!

10h00 -Roda de apresentações

11h00 -Avaliação das ações realizadas

12h00 – Almoço

13h00 – Análise do contexto político

15h00 – Grupos de discussão sobre propostas de ação e encaminhamentos finais da reunião

17h00 – Encerramento e confraternização

 

 

Prova do ENADE deste ano seleciona quase

todos os cursos da Unicamp

Neste ano estão selecionados para a realização do Exame Nacional de Desempenho do Estudante (ENADE) a maioria dos cursos de graduação da Unicamp (as exceções à portaria normativa são os cursos de Artes Cênicas, Ciências Econômicas, Ciências do Esporte, Comunicação Social, Dança, Enfermagem, Estudos Literários, Farmácia, Fonoaudiologia, Gestão de Comércio Internacional, Políticas Públicas e Agronegócio, Linguística, Medicina, Midialogia, Nutrição, Odontologia e Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações).

A educação superior brasileira passa realmente por grandes dificuldades, como a pequena parcela, cerca de 14%, de jovens com acesso ao ensino superior, dentre os quais 74% estão em instituições privadas, e a falta de investimento que acompanhe os projetos de expansão de vagas públicas, de modo a garantir contratação adequada de funcionários e professores, ampliação de estrutura e os programas de permanência estudantil, fundamentais para que a universidade possa realmente se afirmar como pública e gratuita (se estes programas não existirem só consegue permanecer na universidade quem pode pagar pelos custos de moradia, alimentação e outros relacionados).

No entanto a proposta de avaliação do ensino superior do ENADE não se propõe a ser um programa de auxílio ao desenvolvimento do DIREITO à educação superior brasileira, pelo contrário, aprofunda a lógica da educação privada, funcionando como um controle de “qualidade” para as instituições privadas (como o INMETRO funciona para as demais mercadorias), estabelecendo um ranking de universidades e sem previsão de aumento de financiamento para as instituições públicas que passam por dificuldades financeiras e estruturais.

A avaliação já era problemática por estabelecer uma padronização dos cursos, com uma prova igual para avaliar todos os cursos de uma determinada área no país inteiro, o que cerceia o papel da universidade pública como impulsionadora no desenvolvimento de novas e diversas idéias artísticas, culturais, científicas e tecnológicas para o Brasil e para sua diversidade de regiões e problemas crônicos. Mas a situação piorou com a nova sistemática utilizada, que ao invés de comparar o resultado de calouros e formandos na mesma prova, agora vai comparar o resultado de dois instrumentos diferentes com propósitos diferentes, o ENEM (para os calouros) e o ENADE (para formandos).

No dia 16/08, terça-feira, realizaremos uma reunião do CRU (Conselho de Representantes de Unidades) às 12h no DCE, para discutir o ENADE e propor ações para o Movimento Estudantil da Unicamp. Nesta reunião os Centros Acadêmicos e Representantes de Unidades tomam decisões para a organização estudantil, mas todo mundo pode participar da discussão e contribuir para a construção coletiva dos debates. Venha participar!

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher é uma realidade em nossa sociedade, seja nas ruas, na universidade ou até mesmo dentro de casa. Tal violência se manifesta de diversas maneiras e em graus distintos, desde a psicológica até a sexual. Todas essas formas, no entanto, se baseiam na opressão histórica às mulheres, o machismo, que coloca a mulher em uma posição subalterna e vulnerável. Estima-se que cerca de 63% das mulheres já tenham sofrido algum tipo de violência, sendo que destas, 75% são casos de violência doméstica, praticada por familiares ou companheiros. Além disso, a cada ano são registrados 15 mil casos de estupro no país.

Em Campinas, a situação não é diferente: a cada 13 horas uma mulher é estuprada em nossa cidade, sem contar outros casos, como agressões, assédios nos locais de trabalho ou estudo e tantos outros que ocorrem cotidianamente e são vistos como normais.

Enquanto isso na Unicamp

No início do ano, houve várias tentativas e casos de estupro dentro e nos arredores da Unicamp. Da reitoria, foram cobrados posicionamentos públicos e medidas que coibissem tal violência, mas a resposta que obtivemos foi nenhuma. A iluminação das áreas afastadas e escuras, a contratação de seguranças via concurso público e com treinamento adequada, a volta da escolta noturna foram simplesmente ignorados pela reitoria, que ao invés de atender às reivindicações e às demandas das mulheres, ajudou a abafar os casos perante a mídia.

O DCE lançou, no mesmo período, uma campanha contra a violência às mulheres, divulgando em nosso jornal textos sobre o tema, realizando debates na Semana de Movimentos Sociais e uma campanha visual com um adesivo divulgando o número da Central de Atendimento a Mulher (180). É fundamental que esse debate seja feito permanentemente dentro da Universidade e, sobretudo, que as mulheres estudantes se organizem em torno desta pauta tão importante para todas nós.

Nas férias…

Agora durante as férias todas ficaram alarmadas com a quantidade de casos de agressões, perseguições e estupros que foram noticiados em Barão Geraldo. As mulheres estão assustadas, não podem mais andar sozinhas na rua, e ainda escutamos do Delegado que “o número de casos de estupro está dentro da normalidade”, e mais uma vez a reitoria não toma providências, apoiando-se no argumento de que “da grade para fora não é mais problema da Universidade”.

Diante destes fatos, com muita indignação, as mulheres não tardaram a se organizar. Antes do início das aulas, foi criado um comitê contra a violência às mulheres, reunindo diversos setores que estão dispostos a encampar essa luta. Mais do que nunca, as mulheres não podem se calar, devemos nos unir em um coro só: Violência sexual é crime, e a culpa nunca é da vítima!!!

Mesa de debate sobre violência sexualDia 10/08, quarta, às 18h, no saguão do PB

Ato contra a violência às mulheresDia 11/08, quinta, às 15h, no Balão da Avenida 1


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Informe Eletrônico DCE Unicamp #5

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Movimentar-se pra que?

Em 2010, 1.216 famílias foram expulsas de suas terras rumo às favelas das grandes cidades no Brasil. A cada mês, 10 travestis são mortos, e a cada 25 segundos uma mulher é agredida no nosso país. De que forma nos posicionamos frente a esses problemas?Entre os dias 11 e 18 de junho acontece na Unicamp a 4ª Semana de Movimentos Sociais. Organizada pelo DCE e pelos Centros Acadêmicos com diversas atividades, a Semana tem como objetivo estimular os estudantes a ter contato e a refletir sobre a realidade de quem se organiza para combater os problemas estruturais da sociedade.

O que a universidade tema ver com a desigualdade?

Cada vez mais trata-se como se fosse ridículo afirmar que é proibido haverem cursos pagos na Unicamp, que o trabalho e a educação são direitos de todos e que a extensão deveria ser parte essencial da universidade publica. Todos esses debates estavam em evidencia na época em que foram escritas a Constituição e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, mas hoje parece haver uma cortina de fumaça em volta dos problemas sociais. O desrespeito aos direitos básicos, e sua eventual perda, vão se tornando a regra, como é o caso do Código Florestal, enquanto quem se mobiliza por justiça cada vez mais é retratado pela mídia como criminoso.

Curiosidades

MST

O MST, movimento histórico em defesa da reforma agrária, surgiu em 1984, no auge das lutas operárias contra a ditadura militar e pela redemocratização. Como muito se sabe, desde o período colonial, a estrutura da terra foi muito concentrada, desde o sistema de sesmarias implementado nas capitanias hereditárias, passando, no período imperial, pela lei de terras, que consagra a terra uma mercadoria e a concentra ainda mais, de modo a expandir a produção cafeeira. E em todo o período posterior, a estrutura fundiária continuou extremamente conservadora, mesmo com todas as transformações econômicas pelas quais o país passou nos últimos anos. O campo, dessa maneira, sempre foi um lugar muito injusto, sediando as maiores relações de exploração. Tal situação levou os trabalhadores do campo a se organizarem em torno da luta pela reforma agrária, fazendo com que o MST seja, hoje, o maior movimento social do país e um dos principais da América Latina.

Punições aos MovimentosSociais na Unicamp

Você sabia que a reitoria da Unicamp abriu processos judiciais contra 9 funcionários e processos de sindicância contra 5 estudantes? No caso dos funcionários os processos foram abertos em represália às movimentações de greve do ano passado, quando os trabalhadores protestavam por melhores condições de trabalho e salário, já os estudantes estão sendo punidos por se mobilizarem pelo direito à Moradia Estudantil, uma das únicas formas de permitir que o estudante com baixa renda possa se manter estudando.O mais contraditório é que a mesma reitoria que abre esses processos prometeu, em 2009, que utilizaria o excedente de arrecadação deste ano em benefício dos funcionários e, em 1989, prometeu que construiria 1500 vagas de Moradia Estudantil. Pois é, nem uma das duas promessas foi cumprida e agora as pessoas que exigem que a reitoria cumpra sua palavra estão sendo processadas.

 

Programação

11 de Junho – sábado

  • Festa do Identidade – maiores informações aqui

14 de Junho – terça-feira

  • 12h :: no Salão Nobre da Faculdade de Educação (FE) :: Grupo de discussão: Mulher e o Mundo do trabalho e os desafios feministas
    • IRENE – Direito da PUC SÃO PAULO do coletivo YABÁ
  • 17h :: no Saguão da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) :: Grupo de discussão: O Movimento Feminista frente a violência da mulher
    • Thalia – Professora
  • 18h :: na Sala IB07 – Instituto de Geociências (IG) :: O Movimento Negro, suas bandeiras incluindo o papel das cotas nas universidades
    • Douglas da UNEAFRO

15 de Junho – quarta-feira

  • 20h :: na sala PA03 na Faculdade de Tecnologia (FT) :: Mesa: O Código Florestal e Suas Alterações.
    • Professor Fernando Rei – formado em direito e professor de Legislação Ambiental;
    • Letícia Couto – doutorando do Instituto de Biologia da Unicamp;
    • Representante da USP;

16 de Junho – quinta-feira

  • 12h :: no Centro Acadêmico da Educação Física (CAEF) :: Grupo de Discussão: Diversidade Sexual e a Criminalização da Homofobia.
    • Rodrigo Braga- Grupo Identidade;
  • 18h :: no Centro Acadêmico do IEL (CAL) :: Oficina: Identidades Homossexual (LGTTB) e Exibição dos Filmes Presentes no Kit Contra Homofobia.
    • Rodrigo Braga – Grupo Identidade;

17 de Junho – sexta-feira

  • atividade do Cursinho do DCE Unicamp :: aula: Movimento Negro.
    • Sérgio Henrique Teixeira – Professor de Geografia;

18 de Junho – sábado

  • Visita ao Acampamento do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) Milton Santos ::aula: Movimento Negro.
    • ônibus saindo de Campinas
      • 13h no Centro (Prefeitura);
      • 13h30 no estacionamento da biblioteca central
    • ônibus saindo de Limeira
      • 13h30 na guarita da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA)
      • 13h50 na guarita da Facultade de Tecnologia (FT)
    • ônibus saindo de Piracicaba
      • 13h00 na guarita da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP)
    • as inscrições no ônibus devem ser feitas aqui no site do DCE.
  • 16h :: No Acampamento Milton Santos :: Mesa: Criminalização dos Movimentos Sociais.

 


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Informe Eletrônico #4 – DCE Unicamp

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Agenda

  • 27 de Maio (sexta-feira)
    • 9h :: Manifestação na reitoria e apresentação da pauta específica de reivindicações dos estudantes da Unicamp – Por moradia, bandejão, mais professores, mais verbas, intercampi e contra as punições
      quem luta por educação não deve ser punido!
  • 11 à 18 de Junho – IV Semana dos Movimentos Sociais

Por moradia, bandejão, mais professores, mais verbas, intercamp e contra as punições

A pauta específica dos estudantes na campanha unificada

Mês de Maio tradicionalmente é conhecido como o mês das campanhas salariais. No caso da Unicamp e das demais universidades estaduais paulistas, é quando os professores, funcionários e estudantes organizam uma pauta comum para negociar com os Reitores. É quando acontecem muitas paralisações, atos, intervenções culturais e até mesmo greves, já que nossas reivindicações só são atendidas quando o movimento está forte e pressionando as Reitorias.

Além da pauta comum entre as três categorias das três universidades – que envolve desde a reivindicação salarial, a discussão sobre terceirização, permanência estudantil e aumento do financiamento estadual para as universidades – cada categoria em sua universidade elabora um documento específico com as suas reivindicações para negociar com seu respectivo Reitor. No nosso caso, nossa “pauta” incluí diversos problemas que afetam o cotidiano estudantil e que vem sendo ignorados pela reitoria há muito tempo. É justamente com o intuito de pressionar a Reitoria para que ela atenda a essas reivindicações, que quinta-feira realizaremos um ATO, em frente à Reitoria, exigindo negociação destes pontos. Por isso, é importante comparecer e engrossar esta  manifestação, porque é só com muita organização e pressão que obteremos vitórias.

Sexta-feira, 9h, vamos ao ato na REItoria lutar por:

Construção do bandejões:
Já estamos cansados de perder as duas horas de almoço numa fila imensa do RU II (bandejão central). E não basta a fila para entrar, é fila pra pegar comida, para pegar suco, pra deixar a bandeja… Enfim, é muito evidente que o bandejão não dá conta de atender sua demanda, isso sem contar as péssimas condições de infra-estrutura, que resultaram numa cachoeira de chuva em cima de suas mesas neste último verão. A Reitoria, desde 2003, vem prometendo que vai construir mais bandejões, mas até agora nada! Fruto de diversos atos e pula-catracas que fizemos, a obra começou, mas a sua última previsão de entrega, que era Abril, já expirou. Até quando ficaremos tendo que pegar essas filas enormes? Além disso, em Limeira, a FCA abriu sem bandejão, apesar de estar previsto no seu projeto, e até agora nada dele ser construído…

Ampliação da Moradia e construção das Moradias de Limeira e Piracicaba:
Há vinte anos que a Moradia Estudantil foi entregue e até agora seu projeto inicial que previa 1500 vagas ainda não foi concluído. Ademais, essa quantia de vagas em 1989 visava a abarcar 10% dos estudantes da Unicamp. Hoje em dia, esse número teria que ser bem maior, cerca de 3300 vagas. A conseqüência dessa impossibilidade de atendimento à demanda é que muitos estudantes não conseguem vagas como oficiais e são obrigados a morar como hóspedes nas casas da Moras – e com isso, moram 5, 6 ou até mais pessoas numa casa projetada para 4 moradores! Além disso, Limeira abarca mais de três mil estudantes, tem uma demanda enorme, e mesmo assim, a Reitoria se nega a discutir a construção de Moradia lá. O mesmo ocorre em Piracicaba, com cerca de 1000 estudantes.

Retirada Imediada dos Processos de Punição aos estudantes e funcionários:
Sistematicamente a Reitoria vem tentando punir estudantes e funcionários que se organizam dentro do campus. No ano passado, foram diversos estudantes sindicados pela realização de festas. A PM entrou no campus pra proibir o IFCHSTOCK. Neste ano, a reitoria abriu um processo criminal contra nove funcionários grevistas e uma sindicância interna contra cinco estudantes que teriam participado da ocupação da Administração da Moradia.

No acordo assinado em 1987 com os estudantes a reitoria autorizava os estudantes a ocuparem outro espaço do campus caso a promessa de 1500 vagas não fosse cumprida. Pois é, eles não cumpriram e agora querem punir os estudantes por exigirem esse direito.

Como vimos nos casos de 2010 e de antes mesmo, essa postura truculenta pára quando nossa mobilização aumenta – por isso é importante a presença nos atos, assembléias e paralisações, como forma de solidariedade e de afirmação da causa justíssima pela qual estamos lutando, deixando claro que nenhuma ação truculenta da reitoria passou ou passará batida pelo movimento estudantil organizado!

Confira a pauta completa aqui.

Em defesa das Florestas Brasileiras – Contra as alterações no Código Florestal

Na semana passada, foi à votaçao na Camara dos Deputados o projeto de lei  que visa a alterar o “Código Florestal”. O relatório dessas alterações,de autoria deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP), enfraquece as leis que protegem as florestas, além de incentivar a ocupação de encostas de morros e margens de rios nas cidades brasileiras, colocando mais gente em áreas de risco. Essas mudanças propostas aumentarão o desmatamento das florestas, provocando mais emissões de gases que causam as mudanças climáticas e perda de biodiversidade. Na zona urbana, as alterações podem acarretar problemas no abastecimento de água, além de agravar deslizamentos de terra e enchentes. Nesta ocasião, a votação foi postergada, entretanto, um acordo entre o governo e a bancada ruralista deve fazer retornar esta discussão à Câmara nesta semana – prevista para terça, em que  serão votados o relatório de Aldo Rebelo e uma emenda do PMDB, que permite o avanço da agricultura sobre as Áreas de Preservação Permanente, favorecendo ainda mais o agronegócio. Neste domingo, houve uma manifestação em São Paulo contra essas mudanças no Código Florestal. Neste momento, é preciso muita pressão para adiar a votação e impedir este retrocesso na nossa legislação ambiental.

Fora Hélio! Escândalos de corrupção vem à tona na cidade de Campinas

Na semana passada, foram decretados mandados de prisão para 20 políticos e empresários da região de Campinas. Entre estes, estão o vice-prefeito da cidade Demétrio Vilagra (PT), o Secretario municipal de Segurança, Carlos Henrique Pinto (PDT) e o secretário de Comunicação, Francisco Lagos. Os três já são considerados foragidos.
A razão dos mandados de prisão é a investigação feita pelo Ministério Público acerca de fraudes nos contratos públicos, em especial de licitações relacionadas à Sanasa. Este escândalo de corrupção demonstra o verdadeiro caráter do governo Hélio, que desde o governo passado, tem protagonizado diversas outras denúncias, como o caso dos funcionários fantasmas da câmara, irregularidades na Emdec, e, agora, o caso da Sanasa.

Na sexta feira, houve um grande ato que combinou manifestações dos servidores municipais, que estão em greve desde a semana retrasada, e os delegados da conferência municipal de saúde, que aconteceu neste fim de semana. Os manifestantes, numa grande passeata, exigiam o afastamento imediato do prefeito Hélio para a apuração das demais denúncias pelo Ministério Público.

Nesta Segunda (23/05) 800 manifestantes incluindo muitos estudantes da Unicamp foram à câmara municipal exigir a abertura de uma comissão para avaliar o impeachment, que foi conquistado por pressão popular.
O DCE estava lá no combate à corrupção da prefeitura!

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Informe Eletrônico #2 – gestão “Cantando por Liberdade” 2010/2011

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Agenda

 

Contra as Punições e por Melhores Condições de Permanência Estudantil

Na segunda-feira (18/04) a partir das 12h faremos um ato lúdico lembrando que há 11 anos foi prometida a reconstrução do bandejão 1 e até hoje ele não foi entregue, além do bandejão da FCA em Limeira que ainda não está pronto.

Durante o Ato vamos coletar assinaturas para o abaixo assinado contra a criminalização das lutas de estudantes e funcionários da Unicamp.

Por volta das 13h30 vamos subir até a REItoria para manifestar nosso apoio aos estudantes que estão sendo sindicados em decorrência da ocupação da administração da moradia, que teve como pautas:

  • mais vagas de moradia
  • mais espaços de socialização
  • por democracia no conselho deliberativo da moradia
  • pela construção de moradia em Limeira e Piracicaba

Junte-se a essa luta!

  • Quer entender melhor as punições aos estudantes? clique aqui!
  • Quer entender melhor a ocupação da administração da moradia? clique aqui

 

Abaixo Assinado - CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS LUTAS DE ESTUDANTES E FUNCIONÁRIOS DA UNICAMP!

Manifestamos, através deste documento, nossa indignação quanto ao processo de criminalização das lutas de estudantes e funcionários da UNICAMP. Neste momento, cinco alunos, entre graduandos e pós-graduandos (mestrado e doutorado), estão sofrendo processo disciplinar por parte da reitoria da Unicamp por, após reiteradas negativas da reitoria de dialogar, terem ocupado o prédio da Administração da Moradia com o objetivo de lutar por mais vagas. Hoje temos menos de 1.000 vagas para o total de 32.772 estudantes. A intensificação desta política de repressão pode levar à expulsão destes estudantes, mas isto, nem de longe, atacaria o problema real.

Com relação aos funcionários, as punições se referem ao fato de os trabalhadores terem se utilizado de seu direito historicamente adquiro de greve. Da mesma forma como ocorreu com os estudantes, a reitoria se recusou em discutir as pautas da greve, e agora está processando administrativa, cível e criminalmente nove trabalhadores por danos morais e materiais, violência e perturbação da ordem.

Em ambos os casos houve intervenção da polícia militar e individualização das responsabilizações dos movimentos, na forma de punição exemplar.

Por compreender que a primazia da repressão – em detrimento do diálogo – contradiz o largo consenso da comunidade universitária sobre a importância dos movimentos sociais organizados na efetivação da democracia, recomendamos veementemente a retirada do processo com o aprofundamento do diálogo político.
Versão em pdf – imprima e ajude a coletar assinaturas!

Eleição de Delegados aos Congressos da União Nacional dos Estudantes (CONUNE) e da União Estadual dos Estudantes (CONUEE)

 

Esses congressos acontecem a cada dois e definem as pautas da UNE (União Nacional dos Estudantes) e da UEE (União Estadual dos Estudantes) para os próximos dois anos. São espaços do qual participam estudantes de todo o país. Conforme aprovado no IX Congresso dos Estudantes da Unicamp, o DCE constrói a Oposição de Esquerda da UNE.

Na semana do dia 18 de abril será divulgado o edital de convocação das eleições. Fique atento!

 

IV Semana dos Movimentos Sociais

No dia 25 de Abril (terça-feira) às 12h haverá uma reunião no DCE para começar a organizar a IV Semana dos Movimentos Sociais, que é um evento realizado a cada dois anos pelo DCE e tem como objetivo debater melhor a atuação destes com a universidade e com a sociedade.

Venha construir junto!

 

 

Avaliação de Curso

Dia 10 de Maio é o dia institucional de avaliação de curso, ou seja, o dia em que todos os estudantestêm dispensa das aulas para debater os problemas do seu curso (falta de professor, falta de estrutura, permanência estudantil, dentre outros).

Converse com o seu Centro Acadêmica e participe esse espaço que é um direito seu!

Lembre-se: todos os estudantes possuem dispensa, então você não ficará com falta e também não perderá prova ou teste enquanto estiver participando da reunião de avaliação de curso!

Jornal do DCE

Na edição número 6 do Jornal do DCE Unicamp você poderá ler:

  1. Entrevista com o professor Plínio de Arruda Sampaio Jr, do Instituto de Economia da Unicamp;
  2. Debate sobre o PNE (Plano Nacional de Educação)
  3. Debate sobre o projeto as privatizações em Campinas
  4. Violência contra a mulher
  5. Enade

 

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