Movimentos Sociais Arquivo

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ATO EM DEFESA DA REFORMA AGRÁRIA E CONTRA A GRILAGEM DE TERRAS NO BRASIL

Participação do Prof. Ariovaldo Umbelino (USP)

Sexta-feira (12-08) às 9hs – Local: Acampamento do MST em Americana

Como chegar: entre no KM 128 da Rodovia Anhanguera e siga em frente na Avenida Nicolau João Abdala (ignore as placas de desvio  e utilize as passagens alternativas). Após o Assentamento Milton Santos, pegue a primeira entrada à esquerda.

Acampamento do MST sofre ameaça de despejo e é abandonado pelo INCRA


MST – Setor de Comunicação – 10/08/2011
No dia de ontem, terça-feira (09-08), o acampamento do MST ao lado do Assentamento Milton Santos em Americana, que já conta com 500 famílias acampadas, recebeu a visita de uma oficial de justiça acompanhada da advogada da Usina Ester e escolta policial que entregou aos acampados a reintegração de posse. No documento está indicado um prazo de três dias para que as famílias saiam do local (até a próxima sexta-feira), sob ameaça de, que caso permaneçam, serão expulsas de forma coercitiva. Curiosamente, além da oficial de justiça chegar acompanhada da advogada da Usina, a oficial proclamou em frente aos acampados que costuma receber telefonemas dos advogados dos usineiros.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra denuncia através dessa ocupação a grilagem de terras públicas pela Usina Ester
e reúne documentos que provam que essa área pertence ao INSS. Infelizmente, constatamos que o INCRA, órgão governamental que deveria estar a serviço da Reforma Agrária, também parece estar ao lado dos usineiros. A assessoria de imprensa do INCRA tem afirmado que a área não pertence ao INSS. Além disso, após 5 dias de ocupação e com uma ameaça de despejo nenhum técnico
do INCRA apareceu na ocupação.
O que a grande mídia e os orgãos públicos não divulgam é que de acordo com o decreto  77.666/76 do governo militar (Geisel)  foram confiscadas pelo Estado as Fazendas Boa Vista, Saltinho, Arranchamento do Zezé e Sitio Jacutinga, totalizando uma área de cerca de 270 hectares. São portanto áreas públicas. Além disso, a Usina Ester utiliza sem qualquer documentação legal de propriedade uma área estimada em 750 hectares. Totaliza-se portanto 1.000 hectares de terras utilizadas ilegalmente pela Usina.
Existem ainda outras áreas griladas pela Usina na região.
O MST exige que essas informações sobre essas áreas sejam investigadas pelo INCRA e pelo Poder Judiciário e não apenas proclamadas de forma irresponsável para a imprensa. Toda a documentação está sendo reunida pelos nossos advogados e será apresentado um recurso ao Tribunal de Justiça de modo a evitar a expulsão das famílias de uma área que deve ser destinada à população trabalhadora.

TERRA PARA QUEM NELA TRABALHA!

VIVA A REFORMA AGRÁRIA!

Contatos: Luciana – (19) 92188574
Ana Elisa (19) 9746 1965

 

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FESTIVAL FLASKÔ – Fábrica de Cultura

A Flaskô, fábrica que produz bombonas de plástico, foi ocupada pelos operários em junho de 2003. Desde então vem buscando sua estatização, com controle nas mãos dos trabalhadores. O grupo de teatro Cassandras, composto por atrizes formadas pela Unicamp, juntou-se à Flaskô com a vontade de construir nesse espaço um campo fértil para discussões entre a fábrica, os movimentos sociais, a comunidade acadêmica e a população local. Acreditamos que a arte pode desempenhar um papel importante nesse sentido, uma vez que, atuando no campo simbólico e na construção coletiva, pode dar indícios de uma vida menos pré-determinada, de uma sociedade mais apropriada de si. E assim trazemos a público o primeiro Festival FlaskôFábrica de Cultura! Bóra lá!

Programação

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Dia 27/08, sexta-feira

18h Visita monitorada à Flaskô

18h30 Documentário “Intervenção” sobre o Movimento de Fábricas Ocupadas

20h30 Peça “Manual para produzir Mancúspias”, com o grupo Teatro de Ruínas

22h30 Festa agostina com Gestos Sonoros e A Quadrilha

Dia 28/08, sábado

10h Oficina de estêncil

13h Mesa de debate: “Quais os desafios para a classe trabalhadora no Brasil de hoje?”

15h Peça de rua “Arapucaia”, com o grupo Forte Casa Teatro

18h Conversa com os criadores da Rádio Luta!

19h Dança “Our love is, like the flowers, the rain, the sea and the hours…”, com Coletivo Abismo de Sonhos

20h30 Apresentação de break e hip-hop

22h Festa com samba e forró

Dia 29/08, domingo

10h Roda de capoeira

12h Peça de rua “Sacra Folia”, com o grupo Cia de Teatro Acidental

14h Mesa de debate. “Qual o papel da arte hoje?”

16h30 Documentário sobre a peça “Comédia do Trabalho” da Cia do Latão

17h Dança “Parto de mim”, com Mirna Rolim Oliveira

18h Documentário “Vaguei os livros, me sujei com a merda toda”, de Akins

20h Peça “O primeiro vôo de Ícaro”, com Paidéia Associação Cultural

Atividades permanentes durante o Festival


Exposição fotográfica “Mostra Luta!”

A Mostra Luta! é uma mostra nacional de vídeos, fotografias, poemas e quadrinhos que exibe e debate as lutas travadas contra a exploração e a opressão capitalista. Organizada pelo Coletivo de Comunicadores Populares, a Mostra Luta! é mais um instrumento para romper o silêncio imposto pela grande mídia e para difundir aquilo que não passa na TV, nos jornais, nas revistas: nossas lutas contra todas as formas de opressão e desumanização. No Festival serão expostas 40 fotografias desta mostra.

Cantinho de histórias

Em diversos horários do festival haverá um espaço delicioso para as crianças poderem ficar ouvindo histórias. Ler, ouvir e contar. Vamos abrir o tapete, espalhar os livros e descobrir suas histórias.

Visitas guiadas à Flaskô

Em determinados horários haverá uma visita monitorada para conhecer a fábrica Flaskô.

Mais informações, nos arquivos anexos.

Participe e contribua com a cultura de fábrica na Fábrica de Cultura!


Fábrica de Esportes e Cultura

Rua Engenheiro Jaime Pinheiro Ulhoa Cintra, 2355

Pq. Bandeirantes – Sumaré – SP

Contato: festivalflasko@gmail.com

Site da Flaskô:

www.fabricasocupadas.org

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Plebiscito – Propriedade da Terra

De 1 a 7 de Setembro – seja mesário

.. o que é um plebiscito popular?

A participação do povo é um direito, mas a consulta à população está muito longe de ser uma prática concreta. O povo brasileiro foi convocado apenas 3 vezes: plebiscito (1963) para votar entre presidencialismo e parlamentarismo (convocado pelo então presidente João Goulart como defesa da pressão de militares e poderosos da época que tinham medo de suas idéias), plebiscito (1993) para votar sobre a forma e sistema de governo e referendo (em 2005) sobre o desarmamento.
Um plebiscito convocado pela população não tem o poder de criar novas leis ou de alterar a constituição, mas é um forte instrumento de luta e vem se tornando uma tradição no movimento social brasileiro. Através dele é possível mostrar que estamos de olho e queremos ser ouvidos.
O primeiro plebiscito popular foi realizado em 2000 sobre a Dívida Externa (mais de 6 milhões de brasileiros e brasileiras disseram não ao pagamento da dívida). Em 2002 mais de 10 milhões de pessoas votaram contra a adesão do Brasil à ALCA que, graças a isso, não se concretizou até hoje. Em 2007 a população se posicionou pela anulação da privatização da Companhia Vale do Rio Doce.
Mais do que uma consulta ao povo, o plebiscito popular é parte de um processo de debate e reflexão, bem como uma ação da cidadania e defesa de nossos direitos.

.. Afinal, o que muda com o limite Proposto?

O limite da propriedade da terra não é novidade. Em vários países isso já é uma realidade há bastante tempo: Estados Unidos (36 ha), Índia (21,9 ha), Peru (150 ha), Cuba (67 ha), entre outros.
O módulo fiscal é uma referência estabelecida pelo INCRA, que define a unidade de medida expressa em hectares considerando a área mínima para prover o sustento e a vida digna de uma família. Varia de região para região, de acordo com a situação geográfica, tipo de solo, produção predominante ou de relevância na região, condições de acesso, etc. Enquanto no estado de São Paulo o módulo fiscal pode ir de 5 a 40 ha, sendo 15 ha o mais freqüente, no Acre e no Amazonas, o módulo fiscal chega a 100 ha.
Ao ser estabelecido um limite de 35 módulos fiscais (que já é muito: cerca de 175 a 3500 ha), pouco mais de 50 mil de cerca de 5 milhões de propriedades existentes seriam atingidas, liberando, porém, mais de 200 milhões de hectares, que correspondem a quase 40% da área total do Brasil.
Assim que limitada a terra, todo o restante deverá ficar em poder do estado e ser usado para reforma agrária, democratizando, assim, o acesso à terra, ao trabalho, à moradia e ampliando a produção no campo.
Somos, assim, chamados e chamadas a participar dos debates que acontecerão durante a Campanha, do abaixo assinado e do plebiscito popular, bem como de todas as lutas em defesa da reforma agrária.

.. Por que este plebiscito agora?

Desde 2000, o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo lançou a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra no Brasil. Esta campanha avançou e se consolidou ao longo dos anos, articulando também com diversos movimentos sociais, igrejas e entidades, com abrangência nacional.
Em 2010, o Fórum lança o Plebiscito pelo Limite da Propriedade da Terra. Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, como o MST e a Comissão Pastoral da Terra, o Plebiscito também está sendo promovido pela Assembléia Popular (AP), pelo Grito dos Excluídos e é parte da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010.
O plebiscito propõe ao Legislativo a inclusão de um inciso no artigo 186 da Constituição Federal Brasileira, que trata da Função Social da terra, para limitar o tamanho máximo da propriedade em 35 módulos fiscais, como forma de garantir a democratização do acesso à terra e a soberania territorial e alimentar.
A consulta à população acontece justamente um mês antes das eleições. É uma oportunidade de colocar a reforma agrária no debate político da sociedade e dos candidatos.

… o que isso tem  a ver comigo?

A concentração de terra no Brasil existe há mais de 500 anos. Conforme dados do IBGE, quase 50% dos estabelecimentos agropecuários no Brasil têm menos de 10 hectares e ocupam 2,36 % da área; e menos de 1% dos estabelecimentos rurais têm área acima de 1 mil hectares cada e ocupam 44 % das terras.
O modelo de desenvolvimento do agronegócio adotado hoje, apoiado no latifúndio e na monocultura para exportação, traz conseqüências:
- empobrece a população e expulsa as famílias do campo, tendo como conseqüência o inchaço das grandes cidades, obrigando famílias a viver em situações de miséria, de forma improvisada e precária. Dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra) mostram que de 1985 a 2009, 2709 famílias foram expulsas de suas terras, 13.815 famílias foram despejadas pelo poder público.
- o latifúndio e o agronegócio se utilizam de trabalho semelhante ao escravo, que envolveu, em 25 anos, cerca de 163.000 trabalhadores nessa condição (segundo dados da CPT).
- o latifúndio é o maior responsável pelos crimes ambientais. Um exemplo da força da bancada ruralista em nosso país é a aprovação do novo Código Florestal Brasileiro, que traz benefícios ao latifúndio quando deveria ficar mais rígido e proteger o meio ambiente.
- um estrangeiro vem para o Brasil e pode comprar quanto quiser de terra, com acesso a nossa biodiversidade, nossos recursos, nossa terra.
- soberania alimentar. Enquanto os EUA possuem uma reserva de alimento suficiente para 3 meses, a do Brasil não é suficiente para 3 dias. Apesar do pouco incentivo, a agricultura familiar é responsável por boa parte de nossa cesta básica: 87% da produção de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do milho, 34% do arroz, 21% do trigo, além de 58% do leite.
- Enquanto o agronegócio emprega apenas 25,6%, a agricultura camponesa é responsável por 74,4% das pessoas que trabalham no campo. A agricultura camponesa também ocupa 15 pessoas a cada cem hectares e o agronegócio apenas 1,7 pessoas .

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III Semana dos Movimentos Sociais – Textos utilizados pelo professor Seva na mesa de Limeira (29/04)

Mini Curso Usinas – prof. SEVA- outubro de 2005

Ciência e Cultura – SEVA – julho de 2008

Artigo Trem Fantasma e Chabu – O. SEVA – abril de 2010

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III Semana de Movimentos Sociais

O DCE da Unicamp, em conjunto com diversos Centros Acadêmicos (CACAU, CAEF, CAIA, CAFEA, CAB, CAP, CACT, CAT, CAEA, CAECO e CAE), esta organizando a “III Semana dos Movimentos Sociais”, que se realizará entre 26 de Abril à 15 de Maio de 2010.

O evento tem como objetivo trazer à comunidade de Campinas, em especial aos estudantes da Unicamp reflexões sobre os principais problemas sociais enfrentados pela população sobre a visão de movimentos organizados que lutam cotidianamente por justiça social. Esperamos através de vivências como essas enriquecer os conhecimentos produzidos nesta universidade, assim como as ações de cidadania por parte de todos.

O tema central da semana será a Criminalização dos Movimentos Sociais, hoje mais que nunca esses movimentos vêm sendo tratados como desobediência civil e ignora-se o debate sobre estas ações serem resposta a irresponsabilidade do ESTADO em promover políticas públicas que deveriam garantir pela própria constituição, segundo Art. 6o São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição e não é feito.

Para a universidade, a presença dos Movimentos Sociais, ao longo da Semana, se faz muito interessante, trazendo para a comunidade importantes debates como: a Reforma Agrária e a questão da Terra no Brasil; a função social das cidades e a Reforma Urbana; a problemática da fome, do meio ambiente; os prejuízos sócio-ambientais da construção de barragens, entre outros importantíssimos debates sobre a realidade brasileira que os Movimentos Sociais promovem. Acreditamos ser função da universidade a reflexão sobre a realidade brasileira, e nesse sentido, esses movimentos são aliados fundamentais.

Programação

Segunda (26/04)

12h00: Apresentação de Hip-Hop e Grafite, no PB

17h30: Cine CACT “Documentários sobre a luta urbana”, no CACT

Terça (27/04)

17h00: Hip Hop  – Roda de discussão com grupo Inquérito, Dérik (Break), Mash (grafite) e outros. no gramado do IA

Quarta (28/04)

17h30: Mesa-Redonda “Reforma Agrária é uma solução ambientalmente correta pra fome no Brasil”., no Auditório da Engenharia de Alimentos. Com a professora Sônia Bergamasco da Engenharia Agrícola e Professor Mohamed da Biologia.

Quinta (29/04)

12h00: Mesa-Redonda: “Reforma agrária e o MST”, na ETEC Bento Quirino.

17h30: Mesa-Redonda “Reforma Urbana”, no auditório da FECAU (Arquitetura, prédio azul). Com o Grupo Risco (Estudantes formados da Arquitetura que participam das lutas urbanas de São Paulo), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

19h00: Mesa-Redonda “Sociedade e Meio Ambiente: A Energia Hidrelétrica em Debate”, na FT (PA07 em Limeira). Com Professor Oswaldo Sevá e MAB (Movimento Atingidos por Barragem) – veja aqui os textos que o prof. Oswaldo Sevá usará na mesa

Sexta (30/04)

17h30: Viracopos Especial “Semana dos Movimentos Sociais” em frente ao DCE-Unicamp.

Sábado (01/05)

Ato do 1º Maio: Dia de Luta do Trabalhador – Inscreva-se aqui

Terça (04/05)

17h30: Cine PipoCAP “Granitos de Areia”, no CAP. (org. CAP)

Quarta (05/05)

12h00: Mesa-Redonda “A Criminalização dos Movimentos Sociais Hoje”, no PB16 (Prédio em frente ao Bandejão de Campinas). Com MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Tribunal Popular de Campinas.

Quarta (12/05)

16h30: Cine CAECO “Reforma Agrária e Desenvolvimento” no CAECO.

Sábado (15/05)

8h00: Visita a Escola Nacional Florestan Fernandes (Universidade Popular do MST) – inscreva-se aqui

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2º Ato Campo-Cidade

Venha participar dessa manifesta dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade da região de Campinas!

Está cada vez mais forte a repressão contra os que lutam por uma sociedade mais justa, em que haja trabalho, terra, comida e moradia PARA TODAS e TODOS.
Este ato inicia uma campanha contra os que não permitem que nos organizemos para lutar pelos nossos direitos. Não vamos aceitar que nos calem!

Programação

9 de abril, 14h no MIS.
Mesa de discussão contra a Criminalização dos Movimentos Sociais com trabalhadores dos movimentos sociais de Campinas e região.

LOCAL: MIS – Museu de Imagem e Som – na Rua Regente Feijó, n°859 – Centro – Campinas

10 de abril,10h da manhã
Vamos protestar através da arte da cultura do povo com música, dança, teatro contra aqueles que oprimem o povo trabalhador!

LOCAL: Escola EMEF OZIEL ALVES PEREIRA, Rua Fauze Selhe, S/N – Pq. Oziel – Campinas

HIP HOP – SAMBA | MODA DE VIOLA | BATUCADA | TEATRO DE RUA

Organização: MST e MTD
Apoio: Sindicato dos Metalurgicos de Campinas e região, Sindicato Quimicos Unificados, Sindicato dos Petroleiros, da Construção Civil, Sinergia, Flaskô – fábrica ocupada, MTST, DCE-Unicamp, Camará comunicação e educação popular

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Campanha Unificada

Permanência estudantil/gratuidade ativa

a) Que a permanência estudantil seja garantida enquanto um direito dos estudantes e, como tal, seja assegurado pelas universidades estaduais paulistas e Centro Paula Souza;

b) Dotação orçamentária específica para garantir políticas de acesso e permanência estudantil e sua ampliação nas universidades estaduais e no Centro Paula Souza;

c) Que as políticas de acesso e permanência estudantil sejam planejadas e executadas segundo a adoção de padrões isonômicos entre as três universidades estaduais e o Centro Paula Souza;

d) A administração de órgãos, comissões ou quaisquer outros mecanismos criados para gerir a permanência estudantil deve ser paritária;

e) Criação de comissões paritárias permanentes nas três universidades estaduais e Centro Paula Souza para gerir democraticamente as políticas de permanência estudantil, considerando o atendimento imediato de toda a demanda já existente e o planejamento e a execução de uma política que atenda efetivamente às atualizações das demandas;

f) Criação de moradia e restaurante universitário em todos os campi das três universidades estaduais, garantindo parcela fixa de seus respectivos orçamentos, com vistas à manutenção e à ampliação desses espaços sociais;

g) Isonomia entre os valores das bolsas de estudo, adotando-se como critério mínimo de valores o salário mínimo vigente no Estado de São Paulo, e com reajuste vinculado ao do salário docente, e garantindo-se também os devidos reajustes nos auxílios alimentação e transporte.

h) Que as bolsas sejam entendidas como bolsas de estudo, com base exclusivamente em critérios sócio-econômicos, claros e amplamente divulgados, sem qualquer contrapartida de trabalho; que acompanhamento acadêmico não tenha, em absoluto, o intuito de exigir melhor desempenho dos estudantes bolsistas em relação aos não-bolsistas;

i) Liberdade de organização e gestão autônoma dos espaços das moradias, de acordo com realidades e demandas de cada universidade e cada campus.

j) Fim do controle político, moral e pessoal nas moradias estudantis.

Ensino à distância

a) Defesa da ampliação do ensino superior público e gratuito presencial e de qualidade;

b) Contra o uso de cursos à distância na formação inicial, na educação básica e na educação superior;

c) Contra qualquer política de EàD que reduza a qualidade e empobreça a educação escolar;

d) Contra a utilização do projeto da Universidade Virtual do Estado de SP (Univesp) nos moldes propostos pelo governo.

Autonomia

Defesa da autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das universidades e do Centro Paula Souza, conforme o artigo 207 da Constituição Federal de 1988. Revogação dos decretos do governo José Serra que ferem a autonomia das universidades estaduais.

a) Manutenção da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;

b) Não fragmentação dos diversos níveis de ensino;

c) Manutenção e aprofundamento do vínculo do Centro Paula Souza à Unesp (conforme a Resolução 63/95).


Hospitais Universitários

a) Manutenção da vinculação dos Hospitais Universitários com as universidades, aprimorando seu caráter público, revertendo toda a forma de privatização e apropriação privada de sua capacidade instalada, com financiamento público adequado para o seu funcionamento e melhoria do atendimento, mantendo-o como importante instrumento da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão;

b) Jornada de 30 horas para funcionários da área da saúde;

c) Reversão do processo de autarquização em curso nas universidades estaduais paulistas.

Creches

Garantia de vagas em creches para os filhos dos funcionários técnico administrativos, docentes e estudantes das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza.

Financiamento

a) Participação efetiva do Cruesp na luta pelo aumento do investimento do Estado na Educação Pública em geral – 33% da receita total de impostos, incluindo 11,6% da quota-parte do Estado no ICMS para as universidades estaduais paulistas, 2,1% da quota-parte do Estado do ICMS para o Centro Paula Souza. Posicionamento público do Cruesp sobre quais medidas estão sendo tomadas para evitar perdas de recursos para as universidades;

b) Aporte de 0,07% da quota-parte do ICMS devido à anexação da extinta Faenquil/Lorena, hoje EEL, à Universidade de São Paulo, e de 0,05% para o funcionamento do campus da Unicamp em Limeira, conforme comunicado pelo então governador Geraldo Alckmin;

c) Dotação orçamentária específica para garantir políticas de acesso e permanência estudantil e sua ampliação nas universidades estaduais e no Centro Paula Souza, que assegure condições de estudo.



Salário

Tendo como objetivo atingir como piso salarial para todos que trabalham nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza aquele definido pelo Dieese, reivindicamos:

a) Reposição de 16% (correspondente à inflação do período maio/2009 a abril/2010 + parcela para recuperar parte das perdas históricas da categoria);

b) Uma parcela de reposição que reduza injustiças sociais, diminuindo a relação entre o maior e o menor salário, tendo como referência a parcela fixa mencionada no comunicado Cruesp 3/2007, em resposta a reivindicação de R$ 200,00 feita pelo Fórum das Seis;

c) Revisão salarial no segundo semestre de 2010, de acordo com o compromisso celebrado entre o Cruesp e o Fórum das Seis em 10 de abril de 1991;

d) Recomposição das perdas salariais dos servidores e docentes do Centro Paula Souza de acordo com índices do Cruesp do período de 1996 a 2010.

Descriminalização dos movimentos

Respeito à liberdade de organização e de manifestação dos movimentos sociais, revogação das punições e retirada dos processos administrativos e judiciais contra as entidades representativas e ativistas do movimento sindical e estudantil que lutam em defesa da universidade pública, pela liberdade de organização e de manifestação dos movimentos sindical e estudantil.

a) Reintegração imediata de Claudionor Brandão, servidor da USP e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), demitido em pleno exercício de mandato sindical;

b) Pela gestão autônoma dos espaços estudantis; contra qualquer tipo de restrição à organização coletiva dos estudantes e a ingerência quanto ao uso de espaços, tais como normativas ou termos de conduta.

DCE da UNICAMP e DCE da USP 30/3/2010

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Ata da Reunião Ordinária do dia 01 de Dezembro de 2009

Informes

1. Tribuna Popular

atividade dia 10/12 a partir das 14h no auditório da cúria metropolitana.

Aconteceram algumas reuniões sobre a questão da criminalização. A idéia é fazer a denúncia da criminalização da pobreza e dos movimentos sociais, que se escancarou aqui em Campinas através da política “Tolerância Zero”, política articulada pela prefeitura articulada com a PM, a guarda municipal e mídia da Cidade. Apareceram algumas entidades que trabalham com crianças e adolescentes, com moradores de rua, etc, e que estão sentindo isto de forma bastante forte no seu cotidiano de trabalho, bem com os parceiros de sempre (químicos, mst, etc…).

2. CEBES (Centro de Estudo Brasileiro em Saúde)

seminário sobre atenção básica (posto de saúde) no SUS Campinas  – de  10 a 15 de Dezembro.

Na reunião de ontem, em Campinas no sindicato dos Metalúrgicos, estiveram reunidas cerca de 50 pessoas para debater a situação da atenção básica (postos de saúde) de Campinas. Foi levantada a necessidade de organizar um seminário municipal para sistematizar estratégias e atividades em conjunto com trabalhadores e usuários do SUS. O seminário acontecerá de 10 a 15 de Dezembro. O DCE acompanhará o mesmo.

3. Relato do Ato contra a Autarquização do HC

veja mais aqui

4. Organização de uma Reunião do MTST com os Centros Acadêmicos a pedido do MTST

dia 03/12 (quinta) às 12h no DCE

A reunião servirá para que este movimento coloque um pouco da luta que faz, da importância, para que mais estudantes possam conhecer, apoiar e se solidarizar.

5. Reunião do Fórum das Seis

está acontecendo hoje dia 01/12

Pautas – Ensino a Distância, Carreira Docente e Planilhas do CRUESP.

6. Atividade na USP – 1º Fórum de Debates sobre Ensino a Distância

veja mais aqui

7. Reunião do Comitê em Defesa do Petróleo

próxima reunião dia 02/12 às 18h no Sindicato dos Químidos Unificados (Av Barão de Itapura, 2022 – Guanabara – Campinas).

O Comitê organizará um Ato Público em Defesa do Petróleo no dia 16 de dezembro de 2009, a partir das 17h, na Rua 13 de maio (em frente a loja Americanas). A concentração será na frente da  Estação Cultura (antiga fepasa). O formato do ato será político e cultural, sendo garantido uma fala por entidade (Centrais sindicais, Partidos políticos e dos Movimentos sociais) e com apresentações culturais.

8. Integra Saúde

próxima reunião dia 02/12 às 18h na Sede do CAAL  (Centro Acadêmico Adolfo Lutz – Medicina).

O Integra Saúde é uma atividade de Calourada organizada entre os Centros Acadêmicos de Medicina, Enfermagem, Fono, Farmácia e Ed. Física, que tem o intuito de debater a saúde pública com os calouros em estágio de vivência na rede pública de saúde de Campinas.

Pauta

  1. Autarquização do HC – ampliação do debate; assembléia dia 10/12 (marcada no CRU do dia 26/11);
  2. Festas na Universidade – reunião com a reitoria; assembléia dia 10/12 (marcada no CRU do dia 26/11);
  3. Boletim;

1. Autarquização do HC

Encaminhamentos:

  • Fazer um vídeo que explique sucintamente o que é autarquização, o histórico e as consequências;
  • Panfletagem e Recolhimento de Assinaturas para o Abaixo-Assinado, contra a autarquização, no bandejão na quinta-feira (03/12) e na quarta-feira (09/12) nos horários de almoço e janta;
  • Marcar reunião com o STU e Adunicamp;
  • Fazer mais adesivos incluindo assinaturas de outros Centros Acadêmicos que assinaram o manifesto contra a autarquização da área da saúde;
  • Verificar o que já foi discutido sobre isso em reuniões de Congregação;
  • Organizar uma tabela que compare antes e depois da autarquização;

2. Festas

  • Indicação dos Coordenadores que participarão da Reunião com a Reitoria na próxima sexta-feira;
  • Discussão sobre o novo regimento ;
  • passe no DCE e veja o que mais foi discutido sobre esse ponto de pauta!

3. Boletim

  • Resultado das Eleições;
  • Autarquização;
  • Festas;
  • Calendário Geral de Atividades;
  • Coluna “O que eu tenho a ver com isso?” que explique a relação de temas da universidade ou de fora dela com os estudantes;
  • Chamadas para: assembléia, reuniões de organização da calourada integrada e ato;

PRÓXIMA REUNIÃO DIA 04/12 (sexta). – pauta até agora: calourada integrada;

Passe no DCE e saiba mais e melhor sobre o que foi discutido na reunião ordinária.

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