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Marcha das Vadias

Neste sábado (25/9) cerca de 600 pessoas se juntaram no Largo da Categral, pintaram faixas, seus corpos, fizeram intervenções artísticas e seguiram em marcha por toda a avenida 13 de maio, tendo seu fim na estação cultura. Os manifestantes foram cantando e falando palavras de ordem contra a violência às mulheres e ao machismo como um todo. As estatísticas de violência foram anunciadas durante todo o ato (“a cada 2 minutos uma mulher é violentada no Brasil”, “A cada 13 horas acontece um estupro na região Metropolitana de Campinas”, dentre outras).

O DCE esteve presente em mais essa luta!

“Eram 9 horas da manhã e começava a aglomeração no Largo da Catedral. Uma faixa com os dizeres “Chega de violência sexual contra as mulheres” e muitos cartazes com as palavras de ordem que correram o mundo, as capitais do Brasil e chegavam ao interior de São Paulo: “Meu corpo, minhas regras”!; “Não é não!” e tantas outras. Tintas e papéis estavam à disposição para quem chegasse e quisesse se expressar.
Foi o que aconteceu. Aos poucos, a praça estava lotada. Mulheres e homens pintavam cartazes e seus corpos. Panfletavam e conversavam entre si e com quem tinha tirado o sábado pra fazer compras na 13 de Maio, a rua mais movimentada do comércio da cidade. “Loucas de Pedra Lilás” cantavam o feminismo e a luta contra a violência à mulher no carro de som.”

(nota do blog: http://marchavadiascampinas.wordpress.com/)

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Informe Eletrônico #8 – Gestão Cantando por Liberdade


10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

O Congresso dos Estudantes da Unicamp é o maior e mais qualificado espaço de discussão e decisão do Movimento Estudantil da UNICAMP. Nele reúnem-se centenas de estudantes que constroem um rico espaço de formação onde se apontam os rumos e as diretrizes do Movimento Estudantil nos próximos dois anos. É uma oportunidade interessante de formação, onde você pode contribuir com sugestões de metodologias, bandeiras de luta ou mesmo opiniões sobre como podemos atuar para tornar mais efetivas nossas movimentações enquanto estudantes.

  • até 6/9 – inscrição de teses, contribuições e oficinas
  • 3/10 – credenciamento de delegados
  • 3 à 9/10 – 10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

Especificações (para teses, contribuições)

Tese: – ser assinada por no mínimo 15 estudantes de graduação regularmente matriculados   - ter no máximo 11.000 caracteres (incluindo espaços)
Contribuições: – ser assinada por no mínimo 1 estudante de graduação regularmente matriculado   - ter no máximo 3.500 caracteres (incluindo espaços)

 

Fora Hélio!

A Comissão Processante (CP) da Câmara Municipal de Campinas concluiu o relatório final sobre o pedido de impeachment do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT). O Documento pede a saída de Dr. Hélio da prefeitura.

O relatório foi apresentado na tarde do dia 16/08 na Câmara. A sessão extraordinária que colocará em votação o pedido de impeachment acontecerá a partir de quinta-feira, 18/08 às 9h.

Como são três acusações contra o prefeito, cada vereador votará três vezes. Se  22 dos 33 vereadores votarem a favor da cassação em qualquer uma das acusações, o prefeito cairá.

A partir de quinta (18 de agosto), às 6h da manhã, o DCE da Unicamp, junto com as demais entidades que constroem o Fora Hélio, farão um acampamento em frente à Câmara dos Vereadores. Vamos todos nos somar a essa luta contra o Prefeito Privatizador e Corrupto. É hora de Derrubar o Prefeito.

 

 

CONTRA A PRECARIZAÇÃO,

10% DO PIB PARAA EDUCAÇÃO!

Oque é PNE?

Como exigência da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, bem como em resposta à pressão dos movimentos sociais, no final da década de 1990 foi elaborado, pela primeira vez o Plano Nacional de Educação do Brasil. Dois projetos foram criados nesta época.

Um deles foi proposto pelos movimentos sociais e a sociedade civil organizada. Um dos pontos era a garantia de que ao fim dos 10 anos de duração do plano, fosse garantido que o investimento público em educação pública chegasse a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) Brasileiro.

O outro projeto foi uma proposta do Ministério da Educação (MEC) alterada pelo projeto substitutivo do deputado federal Nelson Marchesan (PSDB), e aprovado pelo legislativo ao final de 2000. O substitutivo, entre outros elementos rebaixou a meta do financiamento, que ficou em 7% do PIB.

Mas na prática …

a teoria é outra

Mesmo esses 7% aprovados pelo legislativo para serem garantidos até 2010, não foram aprovados pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que vetou essa parte do PNE.

Em 2002, com a eleição de Lula (PT) para a presidência do Brasil, muitas expectativas surgiram no movimento de que Lula derrubaria o veto imposto por Fernando Henrique, no entanto, Lula manteve o veto. Hoje em dia a vergonhosa quantia de financiamento público para a educação pública corresponde a cerca de 3,5% do PIB, quantidade muito aquém do necessário para que a educação pública básica deixe a situação lamentável que hoje se encontra. Para se ter uma ideia, no ano de 2010, 44,93% do orçamento brasileiro (R$ 635 Bilhões) foram gastos em pagamento de dívida pública, enquanto apenas 2,89% foi o investimento federal em educação (cerca de R$ 41 Bilhões).

Dilma (PT), também tem mantido a política tucana de gastar a maior parte do orçamento com o pagamento da dívida pública, em benefício dos banqueiros e grandes empresários, em detrimento dos direitos da população, como saúde, educação e aposentadoria. Por isso mesmo mantém o veto de FHC às verbas da educação e apresenta em seu novo PNE a meta de chegar apenas em 2020 a 7% do PIB.

O Plano Nacional de Educação que os estudantes devem defender não deve se submeter às migalhas propostas pelo governo federal, pois a educação não sobrevive com gorjeta. Exigimos 10% do PIB de financiamento público para e educação pública e exigimos pra JÁ!

Campanha pelos 10% do PIB para Educação Pública, Já!

No segundo semestre de 2010 estudantes do Brasil inteiro se reuniram na Universidade Federal de Uberlândia no “Seminário Nacional de Educação”. Esse seminário tinha como proposta juntar lutadoras e lutares e tirar ações unitárias em defesa da educação e por um outro projeto de universidade.

Como encaminhamento deste seminário, saiu a construção de um plebiscito unitário em 2011. No início do ano, o DCE da Unicamp se articulou com outros DCEs do país, como o DCE da USP e o da UFPR, e construiu a proposta de que o plebiscito fosse pelos 10% do PIB para a Educação. Várias entidades o organizações já se somaram a esse processo em defesa da Educação.

Calendário da Campanha Nacional

  • 23/08
    • 12h reunião da campanha.
    • 17h Debate sobre financiamento na UNB.
  • 24/08
    • Bloco pelos 10% na jornada nacional de lutas em Brasília.

Ô Reitoria,

cadê o financiamento da FCA???

O Repasse das Estaduais Paulistas é o mesmo faz mais de 15 anos, sendo esse 9,57% do ICMS do Estado de São Paulo. Em 2005 e 2006, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) votou pelo aumento do ICMS para cerca de 10%, mas Alckmin e Lembo, os respectivos governadores do Estado, duas vezes consecutivas vetaram esse aumento.

De lá pra cá, foram inúmeras as ampliações de vagas, os campi experimentais da UNESP, a USP zona Leste, e a FCA na Unicamp, mas nada do repasse para a educação aumentar.

Antes da abertura da FCA o governador do Estado, Geraldo Alckmin, o mesmo de agora, prometeu aumentar em 0,05% o ICMS para a Unicamp para suprir as despesas do novo campus, mas até agora nada. Já são três anos de funcionamento e a FCA não está nas despesas na Unicamp porque não há dinheiro.

Estudantes, Trabalhador@s e Moradores de Barão

Geraldo se organizam na luta

contra a violência às mulheres.

Nesta ultima quinta feira (11/08) aconteceu um ato contra a violência as mulheres, contou com a participação de mais de 1000 pessoas que saíram em protesto, passando pelas principais avenidas de Barão e também pelos locais onde as últimas vítimas foram abordadas. Com palavras de ordem como: “Violência contra a mulher, não é o mundo que a gente quer” e “A nossa luta é todo dia! Somos mulheres e não mercadoria!”, o grupo levou o assunto as ruas, distribuindo folhetos informativos, adesivos, apitos e cobrando atitudes do poder público.

Reivindicações como maior iluminação nas ruas e podas das árvores, foram exigidas pelos manifestantes, que incluíam estudantes, funcionários, moradores e até pessoas de fora do distrito de Barão Geraldo. Os apitos por sua vez servem como alarme de situações perigosas, tanto para as mulheres que se sintam em perigo, como para quem presenciar alguma situação do tipo.

A imprensa acompanhou toda a manifestação e houve também policiamento, sendo que na região da delegacia, ainda havia um grupo do Garra. A pergunta que fica é: e quando ocorrem os crimes, onde está esse policiamento?

Apesar das reivindicações dos manifestantes, estas atuam somente como prevenção do ataque, e o que a sociedade precisa fazer é ensinar a não estuprar, a não tratar o crime contra a mulher como algo natural e estatístico. Índice esperado de estupro é ZERO!!!!


E a luta continua, pois enquanto houver violência haverá resistência!!!

Acompanhe os próximos debates e mobilizações.

 

Código Florestal e Usina de Belo Monte

Cine DCE

18 de Junho (quinta) às 18h45 no DCE

Contra as Alterações no Código Florestal

Manifestação Contra a Usina de Belo Monte

Ocorrerá no próximo Sábado (20/08) uma manifestação em São Paulo contra a Usina de Belo Monte e seus graves impactos sociais e ambientais. O CAB (Centro Acadêmico da Biologia) está organizando um ônibus que saírá às 09h do estacionamento da BC. A inscrição pode ser feita no CAB ou no DCE mediante pagamento de taxa de R$20,00.

 


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Estudantes, Trabalhador@s e Moradores de Barão Geraldo se organizam na luta contra a violência às mulheres.

Ontem, dia 10/08 aconteceu uma mesa de debate sobre a questão da violência sexual, no qual as debatedoras colocaram um rico e interessante debate sobre o assunto e trouxeram diversos dados que explicitam a dura realidade das mulheres no nosso país e principalmente na região de Campinas, como registrado pela Promotora Legal Popular Magali: “a cada 13h é registrado um estupro em Campinas”, e “o único hospital na região metropolitana de Campinas que tem atendimento especializado para violência contra a mulher é o CAISM”.

Todas as debatedoras levantaram a necessidade de ações que visem organizar as mulheres em torno desta pauta, afinal 63% das mulheres já sofreram algum tipo de violência. Esta atividade teve como objetivo reafirmar a necessidade de debater o combate à opressão e à violência  dentro e fora da universidade e ajudar na mobilização para o ato contra a violência e contra a recente onda de estupros, que ocorreu hoje com participação de estudantes da Unicamp e moradores de Barão Geraldo.

O Ato teve mais de 1000 participantes que saíram em protesto, do balão da Av. 1, seguiram para a Av. 2 em direção a Av. Santa Izabel e foram até o terminal de ônibus de Barão Geraldo. O trecho compreendeu as principais avenidas de Barão e também passou pelos locais onde as últimas vítimas foram abordadas. Com palavras de ordem como: “Violência contra a mulher, não é o mundo que a gente quer” e “A nossa luta é todo dia! Mulher não é mercadoria!”, o grupo levou o assunto as ruas, distribuindo folhetos informativos, adesivos, apitos e cobrando atitudes do poder público.

Reivindicações como maior iluminação nas ruas e podas das árvores, foram exigidas pelos manifestantes, que incluíam estudantes, funcionários, moradores e até pessoas de fora do distrito. Os apitos por sua vez servem como alarme de situações perigosas, tanto para as mulheres que se sintam em perigo, como para quem presenciar alguma situação do tipo.

A imprensa acompanhou toda a manifestação e houve também policiamento,sendo que na região da delegacia, ainda havia um grupo do Garra. A pergunta que fica é: e quando ocorrem os crimes, onde está esse policiamento?

Apesar das reivindicações dos manifestantes, estas atuam somente como prevenção do ataque, e o que a sociedade precisa fazer é ensinar a não estuprar, a não tratar o crime contra a mulher como algo natural e estatístico. Índice esperado de estupro é ZERO!!!!

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Ato contra a violência à mulher

O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ NÃO ESTÁ PRESENTE

Desde o início do mês de julho, foram relatados três casos de estupro em Barão Geraldo. Esses acontecimentos deram origem a uma mobilização grande dentro da Unicamp, que começa a colocar em pauta uma série de pontos relevantes. Quando pensamos em violência sexual, a auto-preservação e o medo nos levam a reações imediatas, e a demanda que surge é a de segurança pública. É preciso considerar, porém, que o aumento do policiamento não tem qualquer efeito preventivo comprovado no combate à violência contra a mulher, e muitas vezes o despreparo pode agravar situações traumáticas.

O debate político em torno dessa questão que atinge toda a comunidade da região tem buscando alternativas a cada encontro. Meios de aprofundar questões a respeito do machismo, ocupar os espaços públicos e cobrar medidas do poder público. Algumas das propostas que foram levantadas pelo coletivo foram:

- Reativar um GT junto à reitoria da Unicamp sobre violência contra mulher.
- Criar um fórum de discussão permanente sobre o tema.
- Fazer oficinas de auto-defesa para mulheres
- Distribuir informativos em locais movimentados (tais como o Terminal de ônibus) incentivando a denúncia de violência contra mulheres.
- Reivindicar pontos de iluminação e limpeza de terrenos baldios junto à subprefeitura
- Construir a Marcha das Vadias de Campinas

 

E você? Já pensou por que será que isso tudo está acontecendo agora? Em julho, cai drasticamente o número de pessoas presentes em Barão Geraldo, principalmente nos bairros mais vinculados ao campus. E as ruas são seguras quando freqüentadas. Sabemos que é a utilização do espaço que previne ocorrências como essa e – assim como foi determinado por esse coletivo contra a violência à mulher, do qual fazemos parte – o CACH não defende um aumento do efetivo policial na universidade e seus arredores. Afinal, nos perguntamos, por que agora, por que esses casos, têm sido divulgados pela mídia, que sempre silenciou a respeito de tantas outras ocorrências de nosso conhecimento?

Defendemos sim, que esse debate contra o machismo, de importância fundamental, seja levado para além da universidade, através da ocupação dos espaços públicos e da abordagem do tema de gênero junto à comunidade.

Ato contra a violência às mulheres – dia 11 de Agosto (quinta)

saída no balão da av. 1  (entrada da FEA)

às 15h00

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Reunião para discutir sobre a violência em Barão Geraldo

Dia 19 de Julho (terça-feira) - 12h - no Teatro de Arena

 

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