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Fora Hélio!! – DCE Presente na Luta!

Na última sexta-feira, 27/05, ocorreu mais uma importante manifestação da campanha pelo afastamento do Prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. A manifestação somou vários setores indignados com o escândalo de corrupção na cidade às manifestações dos Servidores Municipais de Campinas, que estão em greve.

O protesto, que contou com cerca de 1500 manifestantes, partiu da prefeitura de Campinas e seguiu em direção à Catedral Metropolitana, onde as várias entidades presentes fizeram falas em apoio à greve dos servidores municipais e em defesa do afastamento do prefeito de Campinas. Em seguida a manifestação retornou à prefeitura.

O DCE Unicamp estava lá, construindo essa luta! Fora Hélio!!

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Ato Sexta (27/05) 9h – Por Moradia, bandejão, mais professores, mas verbas, intercampi e contra as punições

Sexta-Feira 9h: ATO em frente a REItoria: Por Moradia, bandejão, mais professores, mas verbas, intercampi e contra as punições

O mês de Maio tradicionalmente é conhecido como o mês das campanhas salariais. No caso da Unicamp e das demais universidades estaduais paulistas, é quando os professores, funcionários e estudantes organizam uma pauta comum para negociar com os Reitores. É quando acontecem muitas paralisações, atos, intervenções culturais e até mesmo greves, já que nossas reivindicações só são atendidas quando o movimento está forte e pressionando as Reitorias.
Além da pauta comum entre as três categorias das três universidades – que envolve desde a reivindicação salarial, a discussão sobre terceirização, permanência estudantil e aumento do financiamento estadual para as universidades – cada categoria em sua universidade elabora um documento específico com as suas reivindicações para negociar com seu respectivo Reitor. No nosso caso, nossa “pauta” incluí diversos problemas que afetam o cotidiano estudantil e que vem sendo ignorados pela reitoria há muito tempo. É justamente com o intuito de pressionar a Reitoria para que ela atenda a essas reivindicações, que sexta-feira realizaremos um ATO, em frente à Reitoria, exigindo negociação destes pontos. Por isso, é importante comparecer e engrossar esta  manifestação, porque é só com muita organização e pressão que obteremos vitórias.

Sexta-feira, VAMOS ao ATO na REItoria lutar por:

Construção dos bandejões: Já estamos cansados de perder as duas horas de almoço numa fila imensa do RU II (bandejão central). E não basta a fila para entrar, é fila pra pegar comida, para pegar suco, pra deixar a bandeja… Enfim, é muito evidente que o bandejão não dá conta de atender sua demanda, isso sem contar as péssimas condições de infra-estrutura, que resultaram numa cachoeira de chuva em cima de suas mesas neste último verão. A Reitoria, desde 2003, vem prometendo que vai construir mais bandejões, mas até agora nada! Fruto de diversos atos e pula-catracas que fizemos, a obra começou, mas a sua última previsão de entrega, que era Abril, já expirou. Até quando ficaremos tendo que pegar essas filas enormes? Além disso, em Limeira, a FCA abriu sem bandejão, apesar de estar previsto no seu projeto, e até agora nada dele ser construído…

 

Ampliação da Moradia Estudantil e construção das Moradias de Limeira e Piracicaba: Há vinte anos que a Moradia Estudantil foi entregue e até agora seu projeto inicial que previa 1500 vagas ainda não foi concluído. Ademais, essa quantia de vagas em 1989 visava a abarcar 10% dos estudantes da Unicamp. Hoje em dia, esse número teria que ser bem maior, cerca de 3300 vagas. A conseqüência dessa impossibilidade de atendimento à demanda é que muitos estudantes não conseguem vagas como oficiais e são obrigados a morar como hóspedes nas casas da Moras – e com isso, moram 5, 6 ou até mais pessoas numa casa projetada para 4 moradores! Além disso, Limeira abarca mais de três mil estudantes, tem uma demanda enorme, e mesmo assim, a Reitoria se nega a discutir a construção de Moradia lá. O mesmo ocorre em Piracicaba, com cerca de 1000 estudantes.

Retirada imediada dos processos de punição aos estudantes e funcionários: Sistematicamente a Reitoria vem tentando punir estudantes e funcionários que se organizam dentro do campus. No ano passado, foram diversos estudantes sindicados pela realização de festas. A PM entrou no campus pra proibir o IFCHSTOCK. Neste ano, a reitoria abriu um processo criminal contra nove funcionários grevistas e uma sindicância interna contra cinco estudantes que teriam participado da ocupação da Administração da Moradia.
No acordo assinado em 1987 com os estudantes a reitoria autorizava os estudantes a ocuparem outro espaço do campus caso a promessa de 1500 vagas não fosse cumprida. Pois é, eles não cumpriram e agora querem punir os estudantes por exigirem esse direito.
Como vimos nos casos de 2010 e de antes mesmo, essa postura truculenta pára quando nossa mobilização aumenta – por isso é importante a presença nos atos, assembléias e paralisações, como forma de solidariedade e de afirmação da causa justíssima pela qual estamos lutando, deixando claro que nenhuma ação truculenta da reitoria passou ou passará batida pelo movimento estudantil organizado!

Veja a pauta de reivindicações completa clicando aqui.

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Ato em Frente a REItoria – terça (17/5) às 9h

Pautas do Ato:

  • primeira reunião de negociação do Fórum das 6 com o CRUESP;
  • contra as punições de funcionários e estudantes;

O Fórum das 6 é formando pelas associações docentes, sindicatos e DCEs das três universidades estaduais paulistas (USP, UNESP e UNICAMP) e organiza conjuntamente a pauta unificada que é apresentada ao CRUESP reivindicando melhorias no ensino e na condição de trabalho nas universidades;

O CRUESP é o conselho de reitores das três universidades.

amanhã é o dia da primeira rodada de negociação entre o CRUESP e o Fórum das 6,

há o ato às 9h em frente Reitoria com paralisação dos funcionários, também estaremos pautando contra as punições…

Ato em Frente a REItoria – terça (17/5) às 9h

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Inscrição no ônibus para o ato do dia 1º de Maio em São Paulo

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Panfleto Contra as Punições – Mal o ano começou… e já veio o carnaval

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Ato contra o aumento da passagem de ônibus em Campinas

O ato será segunda 28/3 às 17h no terminal central. Haverá uma concentração de pessoas que sairão do DCE às 16h.

A cada giro da catraca a situação fica mais critica!

O dia 28 de março é o dia nacional dos estudantes secundaristas (ensino médio e Fundamental), em homenagem ao jovem que foi assassinado lutando contra ditadura, Edson Luís, cuja morte despertou fortes mobilizações de jovens estudantes contra os militares. Para nós do Comitê Contra o Aumento da Passagem este não é apenas um dia a se lembrar, mas sim um dia de luta! E para este 28 de março está marcado o 2º ato contra o aumento da passagem em Campinas.
O primeiro ato foi realizado dia 03/03, e contamos com mais de 400 jovens indignados com um dos maiores aumentos da tarifa de ônibus que já houve na cidade. Marchamos das escolas até o centro de Campinas, parando as ruas, pulando e gritando; na prefeitura exigimos uma audiência publica, para sabermos de fato o real preço da passagem e quanto às empresas de ônibus lucram com um direito que deveria ser gratuito e para todos. Como já esperado não houve nenhuma iniciativa por parte da prefeitura para garantir uma negociação nem mesmo uma audiência pública. E se o desafio é arrancar dos governantes e empresários nossas reinvindicações como conquistas de um forte luta, então aceitamos o desafio!
O transporte público de qualidade é um direito elementar e democrático, que deve ser garantido a todos que precisam. Este direito simples garante não só locomoção para os locais de trabalho e aos grandes centros urbanos, mas também acesso à saúde, educação, lazer e cultura. Entretanto o que temos hoje é um transporte coletivo privatizado, que transforma este direito democrático restrito aos que podem pagar, aumentando a exclusão social da periferia, e se tornando fonte de lucro de empresários diretamente ligados com o governo das grandes cidades em troca de financiamento para as eleições. Neste sentido nossa luta pela redução da passagem é imediata, mas não podemos parar por aí, pois mesmo que abaixemos a passagem, seu valor ainda será abusivo, e deixar estas empresas nas mãos dos empresários é fazer com que o transporte coletivo nunca esteja a serviço dos nossos interesses e continue a serviço do lucro da exploração. Por isso lutamos pelo passe livre para estudantes e desempregados, para estes terem acesso aos serviços públicos básicos gratuitamente.
Lutamos também pela estatização das empresas de ônibus, ou seja, para que está seja publica de fato, controlada pelos trabalhadores e usuários garantindo assim que esteja a serviço dos que realmente precisam!
Para isto convocamos todos os jovens, trabalhadores e estudantes a se organizarem em seus locais de estudo e de trabalho, fazendo debates, atividades e criando comitês locais, construindo uma grande mobilização que conquiste nossas reinvindicações!
ATO dia 28/03 às 17:00 no Terminal Central!

  • - Redução imediata da passagem!
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  • Passe livre para estudantes e desempregados!
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    Ato contra as privatizações – gestão da Saúde, Educação, Esporte, Cultura e Lazer em Campinas

    O prefeito Dr. Hélio encaminhou uma proposta à câmara dos deputados que pretende entregar os serviços públicos nas mãos de Organizações Sociais (entidades privadas) que, no discurso, não teriam “fins lucrativos”. O prefeito voltou atrás na proposta inicial, que gerou muitos protestos na Câmara, mas ela voltará com outra cara.

    Mais Informações

    http://campinascontraprivatizacao.blogspot.com/
    http://www.levantecultura.blogger.com.br/

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