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MILITANTE DO MTST SOFRE ATENTADO NO DISTRITO FEDERAL

Durante a noite do dia 6 de setembro, dois homens armados invadiram a casa de Edson Francisco, membro da coordenação nacional do MTST em Brazlândia – DF.

Os homens arrombaram o portão, entraram na casa e dispararam vários tiros contra Edson que conseguiu fugir sem ferimentos graves.

Desconhecemos a origem desse atentado, mas temos clareza de que isso é parte da intensa criminalização sofrida pelos Movimentos Populares em todo o Brasil.

Edson já havia sido ameaçado por algumas vezes, após o desfecho da ocupação Gildo Rocha, que resultou numa grande vitória do MTST contra o governo distrital.

Além disso, militantes do MTST em outras partes do país estão sendo ameaçados de morte constantemente. Os casos de Minas Gerais e Amazonas são os mais recentes.

No último dia 26 de agosto, uma comissão do Movimento foi recebida pelo Ministério dos Direitos Humanos que se comprometeu a analisar os casos, mas até agora nenhuma medida concreta foi tomada.

Essa nota é uma denúncia contra a criminalização que agora passou das ameaças e foi à realidade. Serve como um apelo aos companheiros de luta e aos diversos meios de comunicação para que divulguem a grave situação dos lutadores populares no Brasil.

Mas antes de tudo essa nota é um Grito. É o início de uma resposta. Pois, se acham que o MTST irá recuar diante disso, enganaram-se redondamente. Sabemos contra quem lutamos e o que queremos. Nossa luta continua e irá se intensificar por todo o Brasil. Não é por acaso que nossa bandeira é vermelha!

 

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto – Coordenação Nacional

www.mtst.org

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ATO EM DEFESA DA REFORMA AGRÁRIA E CONTRA A GRILAGEM DE TERRAS NO BRASIL

Participação do Prof. Ariovaldo Umbelino (USP)

Sexta-feira (12-08) às 9hs – Local: Acampamento do MST em Americana

Como chegar: entre no KM 128 da Rodovia Anhanguera e siga em frente na Avenida Nicolau João Abdala (ignore as placas de desvio  e utilize as passagens alternativas). Após o Assentamento Milton Santos, pegue a primeira entrada à esquerda.

Acampamento do MST sofre ameaça de despejo e é abandonado pelo INCRA


MST – Setor de Comunicação – 10/08/2011
No dia de ontem, terça-feira (09-08), o acampamento do MST ao lado do Assentamento Milton Santos em Americana, que já conta com 500 famílias acampadas, recebeu a visita de uma oficial de justiça acompanhada da advogada da Usina Ester e escolta policial que entregou aos acampados a reintegração de posse. No documento está indicado um prazo de três dias para que as famílias saiam do local (até a próxima sexta-feira), sob ameaça de, que caso permaneçam, serão expulsas de forma coercitiva. Curiosamente, além da oficial de justiça chegar acompanhada da advogada da Usina, a oficial proclamou em frente aos acampados que costuma receber telefonemas dos advogados dos usineiros.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra denuncia através dessa ocupação a grilagem de terras públicas pela Usina Ester
e reúne documentos que provam que essa área pertence ao INSS. Infelizmente, constatamos que o INCRA, órgão governamental que deveria estar a serviço da Reforma Agrária, também parece estar ao lado dos usineiros. A assessoria de imprensa do INCRA tem afirmado que a área não pertence ao INSS. Além disso, após 5 dias de ocupação e com uma ameaça de despejo nenhum técnico
do INCRA apareceu na ocupação.
O que a grande mídia e os orgãos públicos não divulgam é que de acordo com o decreto  77.666/76 do governo militar (Geisel)  foram confiscadas pelo Estado as Fazendas Boa Vista, Saltinho, Arranchamento do Zezé e Sitio Jacutinga, totalizando uma área de cerca de 270 hectares. São portanto áreas públicas. Além disso, a Usina Ester utiliza sem qualquer documentação legal de propriedade uma área estimada em 750 hectares. Totaliza-se portanto 1.000 hectares de terras utilizadas ilegalmente pela Usina.
Existem ainda outras áreas griladas pela Usina na região.
O MST exige que essas informações sobre essas áreas sejam investigadas pelo INCRA e pelo Poder Judiciário e não apenas proclamadas de forma irresponsável para a imprensa. Toda a documentação está sendo reunida pelos nossos advogados e será apresentado um recurso ao Tribunal de Justiça de modo a evitar a expulsão das famílias de uma área que deve ser destinada à população trabalhadora.

TERRA PARA QUEM NELA TRABALHA!

VIVA A REFORMA AGRÁRIA!

Contatos: Luciana – (19) 92188574
Ana Elisa (19) 9746 1965

 

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III Semana de Movimentos Sociais

O DCE da Unicamp, em conjunto com diversos Centros Acadêmicos (CACAU, CAEF, CAIA, CAFEA, CAB, CAP, CACT, CAT, CAEA, CAECO e CAE), esta organizando a “III Semana dos Movimentos Sociais”, que se realizará entre 26 de Abril à 15 de Maio de 2010.

O evento tem como objetivo trazer à comunidade de Campinas, em especial aos estudantes da Unicamp reflexões sobre os principais problemas sociais enfrentados pela população sobre a visão de movimentos organizados que lutam cotidianamente por justiça social. Esperamos através de vivências como essas enriquecer os conhecimentos produzidos nesta universidade, assim como as ações de cidadania por parte de todos.

O tema central da semana será a Criminalização dos Movimentos Sociais, hoje mais que nunca esses movimentos vêm sendo tratados como desobediência civil e ignora-se o debate sobre estas ações serem resposta a irresponsabilidade do ESTADO em promover políticas públicas que deveriam garantir pela própria constituição, segundo Art. 6o São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição e não é feito.

Para a universidade, a presença dos Movimentos Sociais, ao longo da Semana, se faz muito interessante, trazendo para a comunidade importantes debates como: a Reforma Agrária e a questão da Terra no Brasil; a função social das cidades e a Reforma Urbana; a problemática da fome, do meio ambiente; os prejuízos sócio-ambientais da construção de barragens, entre outros importantíssimos debates sobre a realidade brasileira que os Movimentos Sociais promovem. Acreditamos ser função da universidade a reflexão sobre a realidade brasileira, e nesse sentido, esses movimentos são aliados fundamentais.

Programação

Segunda (26/04)

12h00: Apresentação de Hip-Hop e Grafite, no PB

17h30: Cine CACT “Documentários sobre a luta urbana”, no CACT

Terça (27/04)

17h00: Hip Hop  – Roda de discussão com grupo Inquérito, Dérik (Break), Mash (grafite) e outros. no gramado do IA

Quarta (28/04)

17h30: Mesa-Redonda “Reforma Agrária é uma solução ambientalmente correta pra fome no Brasil”., no Auditório da Engenharia de Alimentos. Com a professora Sônia Bergamasco da Engenharia Agrícola e Professor Mohamed da Biologia.

Quinta (29/04)

12h00: Mesa-Redonda: “Reforma agrária e o MST”, na ETEC Bento Quirino.

17h30: Mesa-Redonda “Reforma Urbana”, no auditório da FECAU (Arquitetura, prédio azul). Com o Grupo Risco (Estudantes formados da Arquitetura que participam das lutas urbanas de São Paulo), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

19h00: Mesa-Redonda “Sociedade e Meio Ambiente: A Energia Hidrelétrica em Debate”, na FT (PA07 em Limeira). Com Professor Oswaldo Sevá e MAB (Movimento Atingidos por Barragem) – veja aqui os textos que o prof. Oswaldo Sevá usará na mesa

Sexta (30/04)

17h30: Viracopos Especial “Semana dos Movimentos Sociais” em frente ao DCE-Unicamp.

Sábado (01/05)

Ato do 1º Maio: Dia de Luta do Trabalhador – Inscreva-se aqui

Terça (04/05)

17h30: Cine PipoCAP “Granitos de Areia”, no CAP. (org. CAP)

Quarta (05/05)

12h00: Mesa-Redonda “A Criminalização dos Movimentos Sociais Hoje”, no PB16 (Prédio em frente ao Bandejão de Campinas). Com MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Tribunal Popular de Campinas.

Quarta (12/05)

16h30: Cine CAECO “Reforma Agrária e Desenvolvimento” no CAECO.

Sábado (15/05)

8h00: Visita a Escola Nacional Florestan Fernandes (Universidade Popular do MST) – inscreva-se aqui

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2º Ato Campo-Cidade

Venha participar dessa manifesta dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade da região de Campinas!

Está cada vez mais forte a repressão contra os que lutam por uma sociedade mais justa, em que haja trabalho, terra, comida e moradia PARA TODAS e TODOS.
Este ato inicia uma campanha contra os que não permitem que nos organizemos para lutar pelos nossos direitos. Não vamos aceitar que nos calem!

Programação

9 de abril, 14h no MIS.
Mesa de discussão contra a Criminalização dos Movimentos Sociais com trabalhadores dos movimentos sociais de Campinas e região.

LOCAL: MIS – Museu de Imagem e Som – na Rua Regente Feijó, n°859 – Centro – Campinas

10 de abril,10h da manhã
Vamos protestar através da arte da cultura do povo com música, dança, teatro contra aqueles que oprimem o povo trabalhador!

LOCAL: Escola EMEF OZIEL ALVES PEREIRA, Rua Fauze Selhe, S/N – Pq. Oziel – Campinas

HIP HOP – SAMBA | MODA DE VIOLA | BATUCADA | TEATRO DE RUA

Organização: MST e MTD
Apoio: Sindicato dos Metalurgicos de Campinas e região, Sindicato Quimicos Unificados, Sindicato dos Petroleiros, da Construção Civil, Sinergia, Flaskô – fábrica ocupada, MTST, DCE-Unicamp, Camará comunicação e educação popular

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