violência contra a mulher é crime Arquivo

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Marcha das Vadias

A Marcha das Vadias foi um movimento que teve início no Canadá em protesto à declaração de um policial que disse que as mulheres não deveriam se vestir como vadias se não quisessem ser estupradas. Indignadas, aquelas mulheres organizaram a primeira Marcha, que acabou se espalhando por diversos países e já aconteceu também em várias cidades do Brasil. Esse movimento virou um símbolo da luta das mulheres contra a violência sexual e de gênero. E agora chegou a vez de Campinas, varias entidades e movimento sociais se uniram para construir um grande ato, vamos às ruas gritar em uma só voz BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES! pois juntas somos mais fortes!

O DCE vem participando desta construção, e da mesma forma que fomos as ruas em Barão Geraldo contra a violência, vamos nos somar agora com mulheres de todos os cantos da cidade que sofrem cotidianamente com esta realidade, pois em Campinas a cada 13 horas uma mulher é estuprada, sem contar os inumeros casos que não são registrados e passam desapercebidos, e muitos se tratam de violência doméstica.

Por isso convidamos a tod@s @s estudantes a se juntarem também nesta luta, pois se ser mulher nos torna vadias, então somos todas vadias e exigimos respeito!

 

Mexeu com uma, mexeu com todas!

24/09 sábado às 9h na catedral – centro

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Informe Eletrônico #9 – Contra a Violência à Mulher e 10% do PIB para a Educação JÁ!

Calendário

22/9 (quinta) – 19h :: Comitê Regional do Plebiscito dos 10% do PIB para a Educação
sindicato dos químicos (Av. Barão de Itapura, 2022)

24/9 (sábado) – 9h :: Marcha das Vadias
Largo do Rosário

28/9 (quarta) – 15h :: Ato Contra a Violência à Mulher
em frente à Reitoria

3 à 9 /10 :: 10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

03/10 – Segunda-Feira

Credenciamento de delegadas e delegados pelos Centros Acadêmicos no DCE

04/10 – Terça-Feira

10h – Oficina: Permanência Estudantil: A luta para manter o estudante na universidade – PB16
12h – Oficina: Violência Contra a Mulher: não se cale – PB16
Oficina: Roda de discussão: questão das opressões e a violência – PB17
14h – Oficina: Avaliação do Ensino Superior e o ENADE – PB16
Oficina: Violência Contra a Mulher: não se cale (FCA)
Oficina: Alguns aspectos da relação de poder entre os homossexuais – PB17
18h – Mesa de Abertura: DCE Unicamp, STU e Adunicamp – PB16
19h – Mesa: Os dilemas da realidade brasileira – PB16
- Prof. Dr. Plínio de Arruda Sampaio Jr. (IE Unicamp)
- Sueli (CUT/APEOESP Campinas)
- Gilmar Mauro (Direção Nacional do MST)
- Fernando Silva – Tostão (Correio da Cidadania)
- Herbert – Mancha (CSP Conlutas)

05/10 – Quarta-Feira

10h – Grupo de Discussão: Cultura e Arte – XX00
12h – Mesa: Combate às Opressões – PB16
- Luka Franca (Frente Paulista pela Legalização do Aborto)
- Rodrigo Cruz (Coletivo 28 de Junho)
- Douglas (Uneafro)
- Luisa D’Ávola (Coletivo Feminista Yabá)
14h – Grupo de Discussão: Opressões (FCA)
15h - Grupo de Discussão: Combate às Opressões – PB05 e 06
16h – Grupo de Discussão: Movimento Estudantil (FCA)
Grupo de Discussão: Saúde (FOP)
18h – Grupo de Discussão: Educação (FOP)
19h – Grupo de Discussão: Dilemas da Realidade Brasileira – PB03, 05 e 06
Mesa: Meio Ambiente (FT)
- Prof. Dr. Sandro Tonso (FT Unicamp)
- Luciana Silva (MST)
- (DCE Unicamp)

06/10 – Quinta-Feira

10h – Grupo de Discussão: Meio Ambiente – XX00
12h – Mesa: Educação para quê e para quem? – PB16
- Prof. Dr. César Minto (ANDES-SN)
- Diogo Portela (DCE Unicamp)
- Magda Souza (APEOESP)
- Prof. Dr. César Nunes (Faculdade de Educação – Unicamp)
14h – Grupo de Discussão: Meio Ambiente (FT)
15h – Grupo de Discussão: Educação e Movimento Estudantil – XX00
16h – Grupo de Discussão: Educação e Movimento Estudantil (FT)
19h – Mesa: Saúde – Anfiteatro do dep. de saúde preventiva e social da FCM
- Bernardo Pilotto (Sindtest UFPR / FASUBRA)
- Nara Mariano (Enfermeira – CAPES Estação)
- Felipe – Belém (Médico – diretor do STU)
Mesa: Educação para quê e para quem? (FCA)
- Profa. Dra. Maria Aparecida Segatto (UNESP)
- Diogo Portela (DCE Unicamp)
- Prof. Pedro A. V. Oliveira (Coletivo APEOESP na Escola e na Luta)
21h - Grupo de Discussão: Educação (FCA)
Grupo de Discussão: Saúde – Anfiteatro do dep. de saúde preventiva e social da FCM

07/10 – Sexta-Feira

10h – Grupo de Discussão: Ciência e Tecnologia – PB06 e 07
12h – Mesa: Movimento Estudantil – PB16
- Bruno Modesto (Diretor da UNE pela Oposição de Esquerda)
- Daniel Iliescu (presidente da UNE)
- Clara Saraiva (ANEL)
15h – Grupo de Discussão: Movimento Estudantil – PB05, 06 e 07
19h – Grupo de Discussão: Educação – PB05, 06 e 07

08 e 09/10 – Sábado

09h – Plenária Final – CB05

10% do PIB para a Educação JÁ!

Muitos são os desafios para o desenvolvimento da educação brasileira. Desde a falta de vagas nas creches, as salas superlotadas na educação básica, a péssima remuneração do professorado, os altos índices de analfabetismo, até o cenário terrível do ensino superior, onde apenas 14% da juventude tem acesso, sendo que 75% das vagas de ensino superior estão nas instituições privadas e as instituições públicas vem sendo desmontadas pela restrição do financiamento. A educação brasileira em todos os níveis precisa de grandes esforços para que seja realmente um direito de todos.

No final dos anos 90 os movimentos sociais brasileiros uniram grandes esforços para criar um Plano Nacional de Educação que pudesse dar conta de superar estes lamentáveis problemas. Neste plano além das medidas específicas para cada área foi estabelecida uma reivindicação fundamental para sua realização: a meta de que o valor destinando pelos governos ao financiamento do direito à educação pública deveria corresponder a 10% do PIB nacional.

No congresso nacional o plano proposto pela população foi profundamente modificado, sendo que o Dep. Fed. Nelson Marchesan (PSDB) apresentou um projeto substitutivo que rebaixava a meta de financiamento para 7% do PIB a serem atingidos até o ano de 2010. Porém, mesmo esta meta reduzida foi vetada pelo presidente Fernando Henrique (PSDB), sendo que Lula (PT) manteve o vergonhoso veto durante seus dois mandatos.

O novo Plano Nacional de Educação proposto pelo governo Dilma (PT), além de bastante frágil em seu conjunto de metas, estabelece para o financiamento os mesmos 7% propostos pelo PSDB no congresso nacional para 2010, mas com um atraso de 10 anos que empurra a meta para o ano de 2020.

Em 2010 os setores do movimento estudantil independentes dos governos se reuniram em um importante seminário na cidade de Uberlândia-MG para tentar planejar ações conjuntas, sendo que dentre as idéias levantadas estava a realização de um Plebiscito Nacional para tratar de algum tema central da educação. No início de 2011 os DCEs da Unicamp, USP e UFPR lançaram uma carta propondo a realização desse plebiscito para exigir do governo 10% do PIB para a educação pública já, entendendo que o desrespeito ao direito à educação, mantido pelos sucessivos governos, só vai acabar com forte participação da população. A proposta foi aceita pelo ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior) e agora a campanha já tem dimensão nacional.

Será realizada a primeira reunião do Comitê de Campinas para a organização dessa importante luta, no intuito de somar professores e estudantes da educação básica e superior e demais movimentos sociais comprometidos com a luta em defesa da educação. Não deixe de comparecer!

Primeira Reunião do Comitê Campinas pelos 10% do PIB para a Educação
Quinta-Feira 22/09 19h
Local: Sindicato dos Químicos Av. Barão de Itapura 2022

 

Marcha das Vadias, o que é?

A Marcha das Vadias foi um movimento que teve início no Canadá em protesto à declaração de um policial que disse que as mulheres não deveriam se vestir como vadias se não quisessem ser estupradas. Indignadas, aquelas mulheres organizaram a primeira Marcha, que acabou se espalhando por diversos países e já aconteceu também em várias cidades do Brasil. Esse movimento virou um símbolo da luta das mulheres contra a violência sexual e de gênero. E agora chegou a vez de Campinas, varias entidades e movimento sociais se uniram para construir um grande ato, vamos às ruas gritar em uma só voz BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES! pois juntas somos mais fortes!

O DCE vem participando desta construção, e da mesma forma que fomos as ruas em Barão Geraldo contra a violência, vamos nos somar agora com mulheres de todos os cantos da cidade que sofrem cotidianamente com esta realidade, pois em Campinas a cada 13 horas uma mulher é estuprada, sem contar os inumeros casos que não são registrados e passam desapercebidos, e muitos se tratam de violência doméstica.

Por isso convidamos a tod@s @s estudantes a se juntarem também nesta luta, pois se ser mulher nos torna vadias, então somos todas vadias e exigimos respeito!

Mexeu com uma, mexeu com todas!
24/09 sábado às 9h na catedral – centro


E na Unicamp a REItoria se cala diante dos estupros…

Vimos que recentemente uma serie de estupros foram registrados dentro e nos entornos da Unicamp, foi apresentada a REItoria as reivindicações das estudantes, estas foram simplesmente ignoradas, com o argumento de que “das grades para fora o problema não é da universidade”, mas as mulheres não se calaram, cerca de 700 pessoas, na maior parte estudantes, foram as ruas dizer NÃO a violência, e mesmo assim a REItoria não se pronunciou sobre o assunto.

Agora bateremos a sua porta, exigindo da REItoria providências imediatas, dentre elas a volta da escolta noturna, que existia até 2006 e levava os estudantes para casa no periodo noturno, a criação de um circular com pontos nas principais ruas de Barão, a contratação de seguranças via concurso público, iluminação de areas escuras dentre outras.

No dia 28/09 (4ªf) o DCE e diversos CA’s irão até a reitoria apresentar essas reivindicações, iremos em ato, como forma de mostrar nossa indignação diante do descaso da Unicamp com a situação de violência que se encontram as mulheres.

Ato na reitoria 28/09 as 15h

 

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Informe Eletrônico #8 – Gestão Cantando por Liberdade


10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

O Congresso dos Estudantes da Unicamp é o maior e mais qualificado espaço de discussão e decisão do Movimento Estudantil da UNICAMP. Nele reúnem-se centenas de estudantes que constroem um rico espaço de formação onde se apontam os rumos e as diretrizes do Movimento Estudantil nos próximos dois anos. É uma oportunidade interessante de formação, onde você pode contribuir com sugestões de metodologias, bandeiras de luta ou mesmo opiniões sobre como podemos atuar para tornar mais efetivas nossas movimentações enquanto estudantes.

  • até 6/9 – inscrição de teses, contribuições e oficinas
  • 3/10 – credenciamento de delegados
  • 3 à 9/10 – 10° Congresso dos Estudantes da Unicamp

Especificações (para teses, contribuições)

Tese: – ser assinada por no mínimo 15 estudantes de graduação regularmente matriculados   - ter no máximo 11.000 caracteres (incluindo espaços)
Contribuições: – ser assinada por no mínimo 1 estudante de graduação regularmente matriculado   - ter no máximo 3.500 caracteres (incluindo espaços)

 

Fora Hélio!

A Comissão Processante (CP) da Câmara Municipal de Campinas concluiu o relatório final sobre o pedido de impeachment do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT). O Documento pede a saída de Dr. Hélio da prefeitura.

O relatório foi apresentado na tarde do dia 16/08 na Câmara. A sessão extraordinária que colocará em votação o pedido de impeachment acontecerá a partir de quinta-feira, 18/08 às 9h.

Como são três acusações contra o prefeito, cada vereador votará três vezes. Se  22 dos 33 vereadores votarem a favor da cassação em qualquer uma das acusações, o prefeito cairá.

A partir de quinta (18 de agosto), às 6h da manhã, o DCE da Unicamp, junto com as demais entidades que constroem o Fora Hélio, farão um acampamento em frente à Câmara dos Vereadores. Vamos todos nos somar a essa luta contra o Prefeito Privatizador e Corrupto. É hora de Derrubar o Prefeito.

 

 

CONTRA A PRECARIZAÇÃO,

10% DO PIB PARAA EDUCAÇÃO!

Oque é PNE?

Como exigência da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, bem como em resposta à pressão dos movimentos sociais, no final da década de 1990 foi elaborado, pela primeira vez o Plano Nacional de Educação do Brasil. Dois projetos foram criados nesta época.

Um deles foi proposto pelos movimentos sociais e a sociedade civil organizada. Um dos pontos era a garantia de que ao fim dos 10 anos de duração do plano, fosse garantido que o investimento público em educação pública chegasse a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) Brasileiro.

O outro projeto foi uma proposta do Ministério da Educação (MEC) alterada pelo projeto substitutivo do deputado federal Nelson Marchesan (PSDB), e aprovado pelo legislativo ao final de 2000. O substitutivo, entre outros elementos rebaixou a meta do financiamento, que ficou em 7% do PIB.

Mas na prática …

a teoria é outra

Mesmo esses 7% aprovados pelo legislativo para serem garantidos até 2010, não foram aprovados pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que vetou essa parte do PNE.

Em 2002, com a eleição de Lula (PT) para a presidência do Brasil, muitas expectativas surgiram no movimento de que Lula derrubaria o veto imposto por Fernando Henrique, no entanto, Lula manteve o veto. Hoje em dia a vergonhosa quantia de financiamento público para a educação pública corresponde a cerca de 3,5% do PIB, quantidade muito aquém do necessário para que a educação pública básica deixe a situação lamentável que hoje se encontra. Para se ter uma ideia, no ano de 2010, 44,93% do orçamento brasileiro (R$ 635 Bilhões) foram gastos em pagamento de dívida pública, enquanto apenas 2,89% foi o investimento federal em educação (cerca de R$ 41 Bilhões).

Dilma (PT), também tem mantido a política tucana de gastar a maior parte do orçamento com o pagamento da dívida pública, em benefício dos banqueiros e grandes empresários, em detrimento dos direitos da população, como saúde, educação e aposentadoria. Por isso mesmo mantém o veto de FHC às verbas da educação e apresenta em seu novo PNE a meta de chegar apenas em 2020 a 7% do PIB.

O Plano Nacional de Educação que os estudantes devem defender não deve se submeter às migalhas propostas pelo governo federal, pois a educação não sobrevive com gorjeta. Exigimos 10% do PIB de financiamento público para e educação pública e exigimos pra JÁ!

Campanha pelos 10% do PIB para Educação Pública, Já!

No segundo semestre de 2010 estudantes do Brasil inteiro se reuniram na Universidade Federal de Uberlândia no “Seminário Nacional de Educação”. Esse seminário tinha como proposta juntar lutadoras e lutares e tirar ações unitárias em defesa da educação e por um outro projeto de universidade.

Como encaminhamento deste seminário, saiu a construção de um plebiscito unitário em 2011. No início do ano, o DCE da Unicamp se articulou com outros DCEs do país, como o DCE da USP e o da UFPR, e construiu a proposta de que o plebiscito fosse pelos 10% do PIB para a Educação. Várias entidades o organizações já se somaram a esse processo em defesa da Educação.

Calendário da Campanha Nacional

  • 23/08
    • 12h reunião da campanha.
    • 17h Debate sobre financiamento na UNB.
  • 24/08
    • Bloco pelos 10% na jornada nacional de lutas em Brasília.

Ô Reitoria,

cadê o financiamento da FCA???

O Repasse das Estaduais Paulistas é o mesmo faz mais de 15 anos, sendo esse 9,57% do ICMS do Estado de São Paulo. Em 2005 e 2006, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) votou pelo aumento do ICMS para cerca de 10%, mas Alckmin e Lembo, os respectivos governadores do Estado, duas vezes consecutivas vetaram esse aumento.

De lá pra cá, foram inúmeras as ampliações de vagas, os campi experimentais da UNESP, a USP zona Leste, e a FCA na Unicamp, mas nada do repasse para a educação aumentar.

Antes da abertura da FCA o governador do Estado, Geraldo Alckmin, o mesmo de agora, prometeu aumentar em 0,05% o ICMS para a Unicamp para suprir as despesas do novo campus, mas até agora nada. Já são três anos de funcionamento e a FCA não está nas despesas na Unicamp porque não há dinheiro.

Estudantes, Trabalhador@s e Moradores de Barão

Geraldo se organizam na luta

contra a violência às mulheres.

Nesta ultima quinta feira (11/08) aconteceu um ato contra a violência as mulheres, contou com a participação de mais de 1000 pessoas que saíram em protesto, passando pelas principais avenidas de Barão e também pelos locais onde as últimas vítimas foram abordadas. Com palavras de ordem como: “Violência contra a mulher, não é o mundo que a gente quer” e “A nossa luta é todo dia! Somos mulheres e não mercadoria!”, o grupo levou o assunto as ruas, distribuindo folhetos informativos, adesivos, apitos e cobrando atitudes do poder público.

Reivindicações como maior iluminação nas ruas e podas das árvores, foram exigidas pelos manifestantes, que incluíam estudantes, funcionários, moradores e até pessoas de fora do distrito de Barão Geraldo. Os apitos por sua vez servem como alarme de situações perigosas, tanto para as mulheres que se sintam em perigo, como para quem presenciar alguma situação do tipo.

A imprensa acompanhou toda a manifestação e houve também policiamento, sendo que na região da delegacia, ainda havia um grupo do Garra. A pergunta que fica é: e quando ocorrem os crimes, onde está esse policiamento?

Apesar das reivindicações dos manifestantes, estas atuam somente como prevenção do ataque, e o que a sociedade precisa fazer é ensinar a não estuprar, a não tratar o crime contra a mulher como algo natural e estatístico. Índice esperado de estupro é ZERO!!!!


E a luta continua, pois enquanto houver violência haverá resistência!!!

Acompanhe os próximos debates e mobilizações.

 

Código Florestal e Usina de Belo Monte

Cine DCE

18 de Junho (quinta) às 18h45 no DCE

Contra as Alterações no Código Florestal

Manifestação Contra a Usina de Belo Monte

Ocorrerá no próximo Sábado (20/08) uma manifestação em São Paulo contra a Usina de Belo Monte e seus graves impactos sociais e ambientais. O CAB (Centro Acadêmico da Biologia) está organizando um ônibus que saírá às 09h do estacionamento da BC. A inscrição pode ser feita no CAB ou no DCE mediante pagamento de taxa de R$20,00.

 


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Reunião para discutir sobre a violência em Barão Geraldo

Dia 19 de Julho (terça-feira) - 12h - no Teatro de Arena

 

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